Recomeço por entre cemitérios, lá estão meus professores soterrados , grandes vermes que além da terra consomem a vida. Névoa , como me deteriora , eu que já fui belo agora sou traços e fiapos. Vermelhos são os olhos, eles vêem além do amanhecer, desbrava o horizonte e como tudo é de repente , já sou o mesmo, antes que costumava mudar, hoje na morte tenho o nada, tudo aquilo que procurava. A confusão em meio instinto , nada penso, tudo imagino, falsa tensão da minha voz, que quando acordo mostra a verdade.
É tudo um sonho.
quinta-feira, 27 de março de 2014
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