Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sábado, 29 de dezembro de 2012

A quietude de sua mente fora abalada por uma voz profunda que o ecoava por sua cabeça, você agora será o nada, de tudo oque conquistou não lhe terá proveito, somente sua maldição o acorrentara ao destino feito, somente a morte não seria boa o bastante para você...Lucius.

Lucius acordou sabendo somente seu nome, o único conhecimento que parecia lhe ser permitido, ele estava no meio de um um riacho, não sabia como, sua inocência tornava isso mais fácil, abaixou e olhou para água, como um espelho ela revelava suas feições, ele não conseguia reconhecer a si mesmo.

Andando por entre horas, seja pela Água e pela terra, finalmente achava algo, uma pequena casa, parecia que tudo despertava nele uma curiosidade, ao chegar na casa somente uma surpresa se manifestou quando viu alguém, curioso se aproximara da pessoa, porém sua face parecia horrorizada, continuando a gritar " Você está nu", mais tarde entenderá o porque daquilo, parecia não ter conhecimento nem dos costumes da onde estava.

A hospitalidade que lhe deram foi um tanto impressionante e desprovida de preconceitos para um casal de idosos , eles o adotaram como filho, o ensinando tudo sobre aquela terra e sua simplicidade, lá ele viveu, até  um certo dia.

Havia acordado no meio da noite, já considerava normal, sonhos estranhos, o dessa noite havia sido milhões de vezes pior, pois incluía a morte de George e Linda, que o receberam, já não conseguindo dormir resolveu  somente levantar e caminhar, gostava do sentimento que isso passava. Ao sair da casa meio inseguro, desejou do fundo do coração que ela ainda permanecesse assim até o fim.

Caminhou durante algumas horas, refletindo tudo aquilo que aprendera e sobre quem era, pois só conhecia seu próprio nome, Lucius. Quando voltará para a casa vira a porta meio aberta, mais não considerou isso anormal, eles podiam tê-la deixado aberta, porém quando entrava via na sala cinco homens de negro, com sorrisos ardilosos, a surpresa daqueles homens contrastou com sua preocupação que logo se voltou para George e Linda, desesperado saiu em disparada ao quarto deles, os encontrou na sua cama, aliviado se aproximou deles, subitamente abraçando Linda, falando " Estou feliz que nada aconteceu a vocês" , mas quando a envolveu sentiu o frio de sua pele, algo dentro dele pareceu gritar " Está Morta", logo ele foi até George para checar, ele também perderá toda a vida, ambos pareciam bonecos sem nada.

Em lágrimas, ouviu somente uma risada e quando olhou para porta um dos homens estava lá, rindo daquilo como se aquilo o deixasse em êxtase de alegria, então algo despertou dentro de Lucius, uma raiva explodia dentro dele, foi então que quase como um reflexo do seu corpo toda sua raiva conservava em sua mão, fazendo traços de luz vermelhos de luz brotarem do ambiente, em sua mão aparecia uma máscara, lentamente fez como se tivesse feito aquilo milhões de vezes e a colocou em sua face.

Em um instante todo o sue mundo parou, ele parecia ser outro ser, sabia oque queria, matar aqueles que tiraram a vida de Linda e George, então como em um ato impulso estendeu a mão em alguns instantes havia capturado a cabeça de um dos bandidos, sem nenhuma misericórdia a apertou lentamente, só ouviu um " Plaft" ela havia explodido em sua mão.

Foi em direção dos outros, que ainda pareciam surpreso, viam logo adiante o corpo de seu companheiro e a sua frente o jovem de cabelo branco de que haviam rido antes agora com um cabelo vermelho e olhos que estavam feito chamas, fora a última coisa que viram, em instantes todos eles pintavam o cenário de sangue e partes do corpo que foram destroçadas.

Lucius sentido agora toda a sua raiva indo embora junto com a sua força, somente perderá resquícios de sua consciência e caindo lá naquela casa pintada de escarlate.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Maldição mais cruel tem essa criança ? Não pertencer a nenhum lugar, um destino não escrito no grande livro, ela é uma filha do nada, aquilo que não ama, o ser que engana, a desejaria felicidade, porém ela caminha em direção a dor, porque ela nunca poderá alcançar o amor ?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

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Camisa de Forca

Camisa de força que contenha todos os esforços nulos e astutos de uma mente que vagarosamente tenta iludisse, que prenda as muitas almas dentro de uma só mente, que faça crescente a indignação como uma motivação para crescer.
Aquela que tem a perder é a cega, dentro da camisa de força olha o mundo perdido, um universo irreconhecido, feito pela destruição da beleza de um mundo perdido. Enquanto o fim está próximo ela somente sorri para sua sorte;

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

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Allan

A que melodia tua alma pertence ? aquele que foi abandonado e não conhece o amor, afeição distante somente que os olhos transpassam, na tua escuridão carrega uma tempestade, corres porém não escapa dela, sabe que ela é maior que tu, que pode perder nela, que já não sentes nada. Reconheces que dentro de ti nada ecoa, uma morte profunda é a tua vida, já não tens mais, então somente destrói. 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Majestosa criatura que circula no alento, guia aos perdidos as tuas brasas, dentro de ti só tem a queimar, o fogo que tudo tende a devorar, se és ou pensas nada te define, conforme consomes tudo que te atinjes, em tuas belas cores tende a pintar, de negro os céus e o solo de escarlate tende a banhar.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Chora pequeno, que toa fome te devore assim como os versos que a ti dedico, a aquele que traiu e tornou conhecidas as desgraças frias de um triste pescador, sinta a dor, sinta o ardor de quem quer te ferir. Deferimos as palavras mais cruéis a ti, pois as merece, faz parte de cada podridão encontrada na alma, pensas que conhece a beleza mas só és uma farsa.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Como começar novamente ? a arte que detemos de berço, por tal se enraíza em nossos extremos, pois muitas vezes se perde em meio a sorrisos  porém a cada queda é lembra-da. Como andar de bicicleta novamente, se faz atrapalhado,mas é só um pequeno tempo para lembrar-se de como fazer novamente.

Falo descrente de que existem pessoas que nunca pararam ou jamais caíram, sei que se existimos aqui é porque cair é parte do que somos, é uma razão que está por detrás de cada momento que após levantarmos brandimos ao céus espadas luminosas. 

sábado, 22 de dezembro de 2012

Relato

Como um ser figurado plantado em um inconsciente coletivo, falar coisa não é exatamente a forma como gosto de me expressar, a linguagem quanto mais perdida for, essa sim faz-me querer brandar o que sou, a história mal contada, aquela não falada e guardada a sete palmos abaixo de simples rimas. Tendencialmente graças a tal me calo, porém nesse dia chego e falo que todos ao que se depararam com esse blog tenham um triste fim e um belo recomeço.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

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Ascenção

Esquecemos a promessa da morte, enquanto o corte continua a sangrar, irrompe em escarlate, uma tela é pintada em um corpo nu, o pudor abandona a carne, Leve alma que agora deixa a pesada involução, desejamos ao teu lado uma nova ascensão.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Quero ao teu lado sentir o vento, o prazer de viajar que nos consume, irrompe pelos céus a existência infinita da liberdade. Ao teu lado desejo nessa mocidade contemplar a verdade, viver pelo azul refletido em teus belos olhos. Musa da beleza que ilumina e graceja com meu coração, que se torna o meu pecado e pão.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

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Casa

Quando o badalar alcança o sentido reverso o começo do inusitado é declarado, enquanto milhões entram um profundo descanso, prantos são declarados e almas abandonam sua casca, destruída se torna a casa que continua a existir. 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Surreal 

Nós 

Acredito naquilo que ninguém vê, o acorrentado no fundo da mente não vista das pessoas, nunca acordei, por isso vivo em um mundo que nunca foi vivido. 

Tudo começou com uma rotina, escola, faculdade, trabalho, a mesma que fora gravada fortemente em mim, via perdido nos cantos minhas memórias, desejos e pessoas.

O mundo combinado era uma orquestra invisível, que é vivida por milhões, nada existia, só o som, que baixo tocava e a nada alcançava.

Diferença entre nós ? Em um sonho eterno acordei, não distinguia mas o real e o imaginário  Com esse pesar vaguei entre o espaço criado pelas mentes, pela brecha que fica em cada um.

Ouvi um grito, senti o desespero me percorrer  aquilo me tragava, estava preso, vacilante em pleno espaço, lá encontrei o sol.

O real ainda vivia nele, ou em mim, pois a cada segundo distinguir o eu, ele e nós se tornava complicado. A fascinação reinava, via a criação em minha frente.

Belo, espetacular, nunca, descobrimos de alguma maneira que não falávamos, somente vagávamos enquanto o astro brilhava.

Pensar havia se tornado tão esplendoroso, descobri que o criar estava contido nele, mas nada podia fazer, só trazia a mim oque via em lugar nenhum.

Espaço existia, o vazio era eterno, porém após ter tudo eles estavam desalinhados, então um padrão foi se desenvolvendo, criou-se o monstro.

Medonha era sua força que vivia sem pensar, usando sua atração somente para a ordem,  o nada em que nós, eles, eu vagava.

Atacou-me, abraçou eles, seu primeiro verbo me feria, já não o suportava então o bani, parti, para o vazio onde não conhecia.

Brilho ainda se misturava ao nosso, sentia-nos unos e tão opostos, desejei ser um pouco menos vazio, senti o nome da ignorância ressoar.

Em um nível baixo estava a cantar, parei para apreciar, sentir, amar, conheci ela, que dizia ao mundo suportar, odiar, amar.

Desconhecia-nos, era indecifrável e palpável sua trepidação.

Intimidava o vazio, ele se afastava conforme ela se aproximava. A atração era  independente, já o desejo, era latente.
...



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

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Podre

Imundo como tido pela pele, carne corrompida que irrompe em uma podridão. Negro como o carvão minha pele se torna, enquanto pequenos pontos vermelhos tomam conta de eclodir o pior que já guardei em mim.

É o fim, quando já vemos diante das camadas de lixo que nos cobre, não somos o mesmo, recomeços são inexistentes e inabriante desapareço perante a sombra decadente.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Um salve a aqueles que como belas árvores adubadas pelo conhecimento produzem belas flores! a aqueles que ainda estão desenvolvendo frutos e ampliando raízes, em seu interminável trabalho de continuar crescendo e a aqueles que acham que o conhecimento precisa ser revelado em seus galhos, eu os saúdo, pela sua incompetência eu os saúdo como floreios de bosta.
 Que aquilo que conhecemos fique em nossas raízes para crescermos, em galhos eles se tornam apenas adubo, nos fazem parecer maiores, porém de nada adianta, pois aquilo que é adubo nas raízes fora dela não passa de simples merda.

sábado, 15 de dezembro de 2012


 Tempos e tempos contra mim. 
Não sei oque perdi
Lutei por ti, só por senti
Perdi e venci o jogo a vida
Aturdida e frígida agora te vejo
Meio a morte por meio
Desejo o fim para ti
Seja pelo começo da lâmina
Ou o fim da bala disparada
Contra teu desejo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Capítulo 2 

Acordei bem lentamente, bocejando e abrindo os olhos, por um segundo esqueci tudo oque houve, até que notei que estava mesmo no último banco de um ônibus parado, tentei me situar ao redor levantando rapidamente, será que eu havia ficado realmente drogado e imaginei aquilo tudo com o motorista e a mulher das passagens, olhei para o vidro do ônibus e estava escuro lá fora, lá estava  diferente era como se a luz que iluminasse o local fosse de uma cor escura.

Vi a porta do ônibus abrindo, não estávamos mais em movimente, não sabia quanto tempo tinha durado aquela viagem, olhei para frente e vi o motorista, ele parecia normal e não havia sinal da cobradora fantasma, fiquei um tempo olhando para o motorista de costas para poder crer que aquilo tinha sido somente uma viagem alucinógena,  mas quando ele simplesmente virou sua cabeça na minha direção, o seu pescoço virou 180°, e lá estavam os olhos com pequenas chamas azuis e a sua face de zumbi, não consegui acreditar, aquilo devia ser um pesadelo.

Quando notei a porta do ônibus aberta e fui rapidamente até ela, não conseguia comprender oque eu havia visto, senti medo, tive que sair do ônibus, quando desci a paisagem era uma coisa de outro mundo, literalmente, estava tudo escuro como eu tinha observado anteriormente, só que a fonte de luz estranha vinha de uma forma de meia lua roxa que brilhava no céu,  o chão, percebi que era barrento e o odor que aquele local dissipava era horrível, foi então que percebi o cenário a minha volta era desértico, mais adiante localizei pequenas estruturas e uma bem maior localizada mais distante. Eu havia crescido em São Luís, mas nunca havia visto tal lugar, era atormentador, parece que tudo ali fazia com que você quisesse ficar longe, foi então que procurei novamente o ônibus, e notei que ele não estava mais lá.

Não consegui nem ver o rasto do ônibus naquela estrada de barro, estava perdido naquele lugar, então decidi ir andando até a vila que havia identificado;

Foi realmente uma caminhada sufocante naquele local e o cheiro não ajudava, conforme me exercitava lembrei de como não tinha comido nada depois de sair da balada e não sabia quanto tempo eu estava sem comer, aquilo ali estava me cansando. 

Quando finalmente cheguei ao vilarejo vi diversas construções antigas e feitas de barro, bem rudimentares, impressionei-me, não sei onde devia estar mais parecia que haviam me arrastado para algum interior bem afastado da cidade ou em alguma invasão¹. O padrão de casas era bem diferente, parei diante da primeira cara e havia uma porta de madeira, decidi pedir ajuda, por mais que simples alguns dos moradores poderiam me ajudar a me localizar e hispanizar informações, então resolvi ir até as casas .

 Bati na porta da casa mais próxima bem levemente e esperei, não ouvi nenhum som, bati novamente só que dessa vez com um pouco mais de força e novamente ninguém foi atender.

Após  não obter resposta na primeira casa, eu continuei a ir pelo vilarejo, batendo nas portas, mas ninguém chegou a me responder, continuei seguindo pelo caminho das casas sem encontrar nenhuma pessoa na rua, aquilo parecia um vilarejo fantasma. Até que cheguei a um poço, ao que parecia ser no centro do vilarejo, ele era bem rudimentar, mais ao vê-lo lembrei de quanta sede eu estava, me aproximei  e peguei um balde que estava próximo dele, amarado a uma corda, o joguei dentro do poço , dei graças a deus, quando notei que tinha água ao puxar o balde. Bebi a água e já como não havia ninguém lá resolvi continuar andando, até vi um ponto no horizonte que parecia uma grande construção, tomei direção daquele local, precisava me localizar.

Ao me aproximar a construção tomava forma, era grande, bem majestosa, me lembrava um antigo palácio, tive a impressão de conhecer o lugar, conforme eu me aproximava notava a exuberância, quanto mais perto chegava, melhor ia ficando o chão, o ambiente, parecia um conforto no meio de todo aquele local, o cheiro fétido era substituído por um doce ar. Comecei a notar plantas em volta, um jardim, estava admirado, nunca havia visto um tão belo, foi quando minha visão pairou em uma mulher que estava regando as flores.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Capítulo 1 

Estava pasmo, comecei a gritar “abre a porta”  e “ para essa porra” para o motorista , ele parecia nem me escutar, até que eu me irritei fui até ele, chegando perto, eu o balancei  um pouco,  foi o suficiente para o cap dele cair no chão e ele me olhar, percebi que ele mal tinha a pele em parte de seu rosto, era como uma caveira e seus olhos fundos eram como duas chamas azuladas, parte de sua cabeça estava aberta, dando para ver o cérebro dentro, sim agora eu me assustei, ou eu estava sonhando ou fui sequestrado por um motorista zumbi.

Percebi a aceleração do ônibus, aquilo em repentino me jogou para traz, eu estava meio zonzo então não senti tanto o impacto, meu corpo estava batendo na catraca. Foi quando vi que do lado estava a cabine do cobrador, lá tinha um mulher sentada, me assustei, tinha certeza que ela não estava ali antes.

Eu estava tentando me equilibrar, enquanto focava nela, a mulher tinha uma capa preta , parecia uma capa de chuva só que bem mais sombria, então ela estendeu a mão “ Bilhete por favor”, falei meio que sem pensar, percebia que ela possuía uma pele pálida e cabelo escuro, olhos castanhos como o abismo, que com o tipo de rosto fino que ela possuía, o problema era que ela parecia um cadáver.

Ela estendeu a mão para mim e com uma voz melódica disse, “ Passagem por favor”, sem pensar se estava de frente para morte, demônios ou se o pessoal do ônibus só queria me zoar eu falei “ Vocês me sequestram e ainda pedem passagem ? me deixem descer seus doentes”, vi a mulher esboçando um sorriso e repetindo a frase, agora meu corpo não me obedecia, minha mão foi até o bolso tirando três moedas que eu não sabia de onde vinha, eram prateadas e entreguei para mulher, não era minha vontade que movimentava aquilo, eu senti-me como uma marionete.

  Senti a mulher me controlando até que passei pela catraca, ouvindo seu barulho “track” ,levado pela a aceleração do trem fui rapidamente até o último banco, foi quando vi pelas janelas e estava um caos, tudo negro, me sentei encostado na janela e comecei a refletir sobre oque iria fazer, então me veio a possibilidade, de alguém ter colocado drogas na minha bebida e das boas, porque oque eu estava vendo não era desse mundo, contentado agora que tudo era uma ilusão eu só fechei os olhos, esperando que o efeito passasse, foi então que caí no sono

Prólogo 


Amigos ? tenho aos monte, mais pelo visto só nesse dia vi que não posso contar com eles sempre, estava distraído, só havia ouvido um “Até mais Rafael” dentro do club, só entendi quando procurei meus “amigos “ novamente, eles haviam ido embora e eu, havia perdido minha volta para casa.
Quando eu estava saindo de um clube lá pelo centro histórico, Pretendendo chamar o táxi, decidi ver quanto tinha na carteira, sabia que não era suficiente, mais a partir do meu bairro eu poderia ir andando, mas quando vi quanto tinha me espantei, não tinha nada, completamente vazia. Em algumas situações dessas a gente chama os amigos, porém os meus haviam esquecido de mim, peguei meu celular, estava sem bateria . Sem opções decidi ir até o terminal, ainda tinha minha carteira de estudante, agora  eu só tinha que descer as ruas antigas lotadas de casarões, tinha pouco medo já havia feito aquela travessia.

Cheguei no terminal rodoviário da Praia grande, lá estava bem vazio, para 2:55 da manhã era o de esperar, então fui atrás de um banco para sentar, foi quando apareceu meio que como um fantasma um ônibus, só que diferente dos outros ele parecia menor e era conversando  estranhei detalhes em preto e a luz dele era estranha, não possuía um destino escrito , então me aproximei e decidi perguntar ao motorista.

Me aproximei da porta do ônibus, ela abriu e de dentro pareceu sair uma leve névoa, eu estava meio bêbado então ignorei  , pisei no primeiro degrau e olhei para o motorista o motorista, ele fez um sinal com a mão que era para que eu chegasse mais perto, estranho era que o rosto dele parecia ser de um homem bem velho e sua mão estava em uma luva, quando pisei no segundo degrau,  as portas rapidamente fecharam, falei para o motorista abrir, porém ele ignorou, foi então que o ônibus começou a andar e um som estranho o acompanhava, pensei "estou sendo sequestrado”.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Fim

Vingança, esperança ardente de ter um fim finalmente ao conhecimento de uma mente impura que aprisionou-me em um leito sem fim. Estreito os olhos filtrando toda emoção, só um raio o atinge então, pura concentração vencida. No fim não vacilas, porém tua morte ja´estava escrita.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

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Morte.

É o debater parado pela carne, onde a consciência ainda se movimenta dentro de um envelope morto, a visão daquilo que não se pode triscar, o palpitar arrancado do peito e dilacerado pelo veneno humano.

O barco que tráfega entre mundo, o tolo que deixou se acompanhar pelo infortúnio, um rio construído de lágrimas e murmúrios daquilo que se gravou no tempo.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


Grito com força , peço que o deus adormecido acorde, já não desejo viver com os olhos fechados, conhecendo o sacrifício sei que só após o retorno do ser divino conseguirei enxergar novamente a beleza e o desprezo que rodam a perspectiva do todo. Então me jogo em seus braços, já esperava a queda, caindo contra o chão lembrei-me que ele nunca havia me dado proteção mais sim a visão para ir além dele.  Sábio como esse rei ajudou-me no mundo guiado por sua lei, mais é estranho nunca me conformei, se ele poderia levar-me porque deixou-me. Quando vi um pequeno bebê finalmente lembrei-me dele, que se ele tivesse me pego em seus braços, eu nunca haveria de ter aprendido a andar.

domingo, 9 de dezembro de 2012


Paro de sentir minha própria respiração, esqueço que ainda tenho um coração que bate e vejo que tal já se tornou um hábito, só me torno a pensar para saber em que corpo estou ? em que lugar a consciência descansa, sei que me torno somente um zumbi a disposição do inevitável. Arrasto-me até a saída mais próxima,sinto um deserto de aparências.
 Desejo a vida, sejam suas dores e prazeres, desejo viver com jamais escolhi, sei que já morri, mas desejo ver o sol da verdade iluminando minha cabeça novamente e sentir o calor percorrendo meu corpo a cada respiração calorosa e batida de meu coração que ressoa junto a beleza do universo.

sábado, 8 de dezembro de 2012

A - O


Aprendi que o aquilo que senti já não era nada
O sentido que restará fora reduzido a uma falha
A inconsciência acalenta a mente pobre
Onde o jovem ainda pensa existir
A vida que desapareceu e criou nesse meio
O zumbi que morre cheio a receio
A sonhar que um dia teve um lugar
Ou acreditar que tal fantasia o pertencia
Ao final de tudo
O tolo já nem mais reconhecia
A Empatia divina que o fez

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

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Ânsia

A minha garganta passa a ansiar com uma vontade quente de te ter, água já não mata a vontade do corpo de sentir teu fluído mais primitivo escorrer até mim. Enrijeço onde mais desejas e passar a ser só uma, de dedico meu corpo, me torno aquele que em tu cavalgas e te levas ao ápice do teu prazer, onde encontras tua querida vênus.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

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Valkiria

Sinto o fogo de tua beleza se apagar, perante aos olhos do coração, que já não conseguem te contemplar. Ficar ao teu lado e ver-tê murchar já não é o intento que guia o espírito, que abriga o Edem.  Conhecia o novo quando ficou ao meu lado, meu passos sempre foram mais largos, e a cada tropeço havia de começar sem medo do inicio. Deixo-te somente com uma sede frágil, outro encontrá ela e a saciara, bela musa..

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


Estava pasmo, falando abre a porta para o motorista, e continuei a falar para ele parar o ônibus, mas ele parecia nem me escutar, até que me irritei fui até ele, chegando perto, o empurrei um pouco,  foi o suficiente para o cap dele cair no chão e ele me olhar,foi quando percebi que ele não tinha a pele em parte de seu rosto, era como uma caveira e seus olhos fundos tinham duas chamas duas chamas azuladas brilhando! e parte de sua cabeça estava aberta,mostrando o cérebro dentro que parecia apodrecido, uma cena grotesca, sim agora eu me assustei, ou eu estava sonhando ou fui sequestrado por um motorista de ônibus zumbi.

Senti uma aceleração no ônibus, aquilo em repentino me jogou para traz, eu estava meio zonzo então não senti tanto o impacto,mas também não me equilibrei bem, quando notei meu corpo estava batendo na catraca. Foi quando vi que do lado estava perto da cabine do cobrado, estava uma mulher sentada, assustei-me , tinha certeza que ela não estava ali antes, me apoiei nas beiradas para me equilibrar , enquanto focava nela,achei estranho,  ela usava uma capa preta, parecia velha semelhante a uma capa de chuva, só que bem mais sombria, percebi que ela possuía uma pele pálida e cabelo escuro, olhos castanhos como o abismo, que com o tipo de rosto fino que ela possuía, o problema era que ela parecia um cadáver.

Me surpreendi quando ela estendeu a mão para mim e com uma voz melódica que parecia não combinar com ela disse, “ Passagem por favor”, sem pensar se estava de frente para morte, demônios ou se o pessoal do ônibus só queria me zoar eu falei “ Vocês me sequestram e ainda pedem passagem ? me deixem descer seus doentes”, vi a mulher esboçando um sorriso e então  repetindo a frase, agora meu corpo não me obedecia, me mão foi até meu bolso tirando três moedas que eu não sabia de onde vinha, eram prateadas e entreguei para mulher, não era minha vontade que movimentava aquilo, eu senti-me como uma marionete.

Novamente senti a mulher me controlando até que passei pela catraca, ouvindo seu barulho de track e pela a velocidade que o ônibus estava fui rapidamente até o último banco, foi quando vi pelas janelas e estava um caos, tudo negro, foi aí que refletindo, cheguei a conclusão de que alguém deve ter colocado drogas na minha bebida e uma das fortes , porque oque eu tava vendo não era desse mundo, contando agora que tudo era uma ilusão eu só fechei os olhos, esperando que o efeito passasse, foi então que caí no sono.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O sexo, entre o papel e o lápis, que conforme um desenha seu contorno deixando pedaços de si, esperando para que formem símbolos, o outro sente seu corpo sendo preenchido, até que no fim a união deles traz um belo seja final ou rascunho que contém uma ínfima parte de nós.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Era pra ser normal, dia, balada, sair bêbado pelas ruas do centro histórico, só que não foi tão normal quanto esperava... Estava saindo de um clube lá pelo centro histórico, quando ia chamar o táxi  decidi ver quanto tinha na carteira, nessa hora foi o espanto, não tinha nada, completamente vazia. Em algumas situações dessas a gente chama os amigos, porém eles já tinham ido e quando peguei meu celular novamente parece que a bateria dele tinha acabado magicamente. Sem opções decidi ir até o terminal, ficava perto do clube, eu só tinha que descer as ruas antigas lotadas de casarões, tinha pouco medo já havia feito aquela travessia.

Quando cheguei no terminal rodoviário da Praia grande ele estava bem vazio, para 2:55 da manhã era o de esperar, então fui atrás de um banco para sentar, foi quando apareceu meio que como um fantasma um ônibus, só que diferente dos outros ele parecia menor e era conversando  estranhei detalhes em preto e a luz dele era estranha, não possuía um destino claro, então me aproximei e decidi perguntar ao cobrador.

Me aproximei da porta do ônibus e ela abriu e de dentro pareceu sair uma leve névoa, eu estava meio bêbado então ignorei  nunca havia visto isso antes, quando pisei no primeiro degrau fui logo a perguntar, mais o motorista, ele fez um sinal com a mão que era para que eu chegasse mais perto, estranho era que o rosto dele parecia ser de um homem bem velho e sua mão estava em uma luva, quando pisei no segundo degrau,  as portas rapidamente fecharam, falei para o motorista abrir, porém ele ignorou, foi então que o ônibus começou a andar e um som estranho o acompanhava, pensei "estou sendo sequestrado"

domingo, 2 de dezembro de 2012

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Sofistas

Caros sofistas, vezes pensam que me suas máximas são cegos ou que convencem os incrédulos por terem uma parte de si realmente fervorosa aos mantos negros que jogam sobre os pesares do coração. A forma como contornam a razão chega a ser bela, esperta em sua inocência de que superam as verdades por saberem re-criar todos os passos até o abismo. Digo-lhes que sois inteligentes mas enquanto existir o minimo filamento do que chamam universo sua abnegação ao certo não passa de um mero momento.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Fúnebre rito que encerra a existência, cada compassar carrega o pesar, deitado, já açoitado pela noite carrego em meu peito despido a cruz do mártir  com um grito rogo "Que venham a mim " espero, nesse segundo a esperança brota e aí que vejo a sombra, aquela que deseja minha vida.

Mil demônios me rodeiam ansiando a carne com quem fui abençoado, desejam a vida por sua raiz mais sórdida  entrego-me a tais criaturas, que se deleitem, pois a cada mordida a cada carne que perco meu espirito se torna mais leve, a alma agora já não veste, esse é o rito fúnebre.


Funeral rite terminating the existence, each pacing carries grief, Deitado, already beaten by the night and i carry in my chest  a martyr's cross with a cry i say "Let them come to me" I wait, hope springs that second and is when  I seen the shadow  that wants my life.

Thousand demons surround me longing flesh with whom I was blessed by the life,  they wanting the freedom root by  in nastiest way, give me such creatures who delight because every bite every meat I lose my mind becomes lighter, the soul now no longer wear, this is the funeral rite.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Chamas e Caos cap.3

Sonho novamente com os umbrais que vivi sobre a lua de sangue, quando desci para umbrais além de um inferno sentindo na pele piores demências humanas, com a cruz que todo aquele que deseja eliminar o caos guarda. Somente acordo e as cinzas continuam espalhadas ao meu redor enquanto a fuligem que parece impregnar em mim não some. Ontem conquistei e levei as chamas a sacerdote do caos, porém isso parece não me tornar mais vitorioso, pois os deuses que um dia amaldiçoaram o destino que segue-me ainda estão sorrindo.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


Fragrância de um doce veneno,consome o ser e faz resplandecer os mais inescrupulosos instintos.Ver-la daquela forma fez-me sentir atraído por cada direção em que seu quadril se direcionava, me senti como um animal fermentando em desejo e  agora em um lugar novo,se sentia atraído pelo desconhecido.Eu a olhava a ponto de estar hipnotizado,em um momento ela notará a fraca presença em meio aquela boate,Eu,Ao ver ela vindo a mim,foi como senti a batida do meu coração se chocar com a da música de tão forte e poderosa que se tornara a vontade de possuí la, tão poderoso era seu feitiço.Sem palavras tudo aquilo se misturou em um beijo que me envolvera e a partir daquele momento tudo era como um simples sonho que parecia entrar em câmera lenta só para o meu deleite de aproveitar cada segundo.

Ao ir com aquele belo ser,que parecia uma ninfa,que me atraía lentamente até onde desejava,assim chegamos em um grande prédio,onde ela somente entrava me puxando e  levando-me rapidamente ao elevador,entre seus beijos perguntei seu nome,ela levou sua boca a o lóbulo de minha orelha e entre uma leve mordida ela pronunciou em uma voz sedutora seu nome,Dalilah.

Uma noite sobrenatural em que cada segundo foi aproveitado,é oque eu poderia dizer,se tal ser que me fascinou em todos os aspectos,p aquela mulher fez-me desejar trocar todo o passado pela aquela noite, cada sacrífico que fiz. Olhar em seus olhos e novamente em seu corpo nu na cama, eu poderia morrer mais aproveitaria aquele prazer, depois que minha sina consumisse Dalilah, bela, porém o tipo de ser que nunca poderia ter.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Medo de ir ao leito, desmaiar ao encanto de Morfeu nunca pareceu tão mortal, quando as desavenças criadas hoje. Sem entregar-me sinto-me somente um cadáver   já não sinto o passar, somente o desejo de não vacilar e caí mantêm meus olhos abertos, que a procura de uma luz se colocam desperto. Que aconchegante se tornaram os braços da morte...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Corta-se montanhas ao meios e parado aqui estou somente observando a guerra em que deuses se ceifam. A vontade abandona o corpo de soldados que como kamikazes são obrigados a avançar sem pestanejar ao barco de Caronte. Piedade se transformam em piadas cruéis, ambos os lados estremecem com uma risada mortífera  a guerra antes santa, despertará males mais antigos, agora conflitos serão nada perante a extinção.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

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Pacto

Quebradas as correntes, esperei que as engrenagens girassem para saciar a iminente vontade que tive de perder fervorosamente os votos construídos com sangue. Louco, demente ou talvez somente carente, poucas formas encontro para definir oque deturpa o já caótico EU.

Broken chains, I waited for the wheels spun to quench the imminent desire that I had to lose the votes fervently built with blood. Crazy, insane or perhaps only in need, few find ways to define what do I distorts the already chaotic I.

domingo, 25 de novembro de 2012

Fugazes são, aqueles que o pão já deixou de alimentar sua alma, que vazia, escassa de vida procura por razões para dar desde o perdido ao incompleto, que repleto de tensos insetos leva de metro a metro, desabando de teto em teto, uma vida em um cenário repleto de desilusões.

Fleeting are those who have already left the bread who feed your soul, empty little life looking for reasons to give since lost to incomplete, full of tense insects that leads to yard by yard, collapsing ceiling in the ceiling, a life in a setting full of disappointments and lost feelings.

sábado, 24 de novembro de 2012

Amanhã que os vermes devorem oque restou da nossa dividade  que o humano cresça em desespero, que o coelho seja morto e seu pelo tingido em vermelho. Um dia em que os inglórios sorriram, as dores permanecerão e a sombra da justiça jamais chegará perto do lugar onde estaremos.



 Tomorrow that the worms devour what's left from our dividade,  that grow into human despair.The rabbit is dead and his fur dyed red. One day when the inglorious smiled, the pain will remain and the shadow of justice will never come near the place where we are.

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Bu.

एउ जá नãओ सी ओ पोर्कुए कुए कोन्तिनुओ अ तेंतर  एम् फ्रेंते,नóस सोमोस एम्पुराडोस पेला विदा, देइक्सो सोमेंते लेगाडोस दे  देसिलुसõएस परा कुएम तेंतर सेगुइर अपोस मुस फल्सोस पासोस।

ఎస్త్రంహో కామో పోస్సో  మోస్త్రార్ ఎం దిఫెరెంతెస్ పెర్పెస్క్టివాస్ తంతాస్ వేర్దాదేస్ ఎ మెంతిరాస్ కుఎ కొనతో అ  డో నడ. అ వెర్దదెఇర బెలేజా డో నడ సే టోర్న ఉనికా పేరంటే అ  ఎస్సాస్ లింహాస్ కుఎ ఫీసం పెర్దిదాస్.

వై డో యు థింక్ తట్ యు చన్ సాల్వ్ అల్ ది వరల్డ్ విత్ జస్ట్ అ సింగిల్స మైండ్, విత్ యు నాట్ గాడ్ లిటిల్ చైల్డ్.


ግኡድ ሉጭቅ 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

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Prince

Bela adormecida que com teu beijo acordou nossa emoção, com o toque despertou um coração, que jazia escondido através de trancas intermináveis e incalculáveis feitas de erros passados. Príncipe foi somente o nome da máscara que te alcançou, pois a flor que te damos em troca do beijo é mais que simples rótulos impostos pela história.

Beautifull Lady that with a kiss woke our emotion, with her touch raised a heart, that was hidden between locks made ​​of endless and immeasurable past sins, Prince was just a name of the mask which reached you, because the flower that we gave to you in return of tour kiss is more simple that labels imposed by history.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

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Fogo

Cores fumegantes brilhavam de seus belos cabelos enquanto seus olhos castanhos se fixavam nos meus,  deusa das chamas, te devo minha paixão, a devoção de minha carne é tua que só a tua beleza pertencem. Entrego-me aos teus fogos e encantos, esperando que tais me consumam até os ossos, aproveitando cada segundo se união com sua divindade.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

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Monstros.

Parede pintada em preto, o escuro que fora projetado por uma criança alcança os olhos ardentes de adultos tão escuros quanto os monstros desenhados, parados eles admiram o fato daquele ser inocente produzir algo tão escuro e doente que faz a mente deles desejarem o conforto do forro de um travesseiro quente.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

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Flor

O manto escarlate se abre onde teus desejos se encontram, com um encontro tua inocência é roubada e trajes são pintados em escarlate por teu prazer, bela ninfa, que quis conhecer aquilo que tinha  perder, encontrou um ser que a desbravou, rogando ter algo para lhe entregar. Moça que não sabia o presente que a carne trazia, ao final gemia as ofensas a sua curiosidade.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pensamos que caso os rótulos fossem extinguidos, os viajantes confusos e aflitos avistariam uma ilha, que no meio de tantas permanece oculta, lugar de aventuras e misturas exóticas ; cores de solidão, daqueles que compartilham com seus fantasmas pequenos laços de afeição, os invocando aos ventos pequenos versos distantes que rondam a ilha. A sua frente agora estão a suas mensageiras, belas sereias, que agora tem sua missão, não basta seduzir ou atrair a atenção, plantem no coração dos pequenos navegadores alguma emoção...

domingo, 18 de novembro de 2012

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Noir

Trevas sem fim, outrora pela calma de abençoa-me desejo teu manto sobre minha mente, somente distancio-me dos teus braços quando desejas prender-me em laços de terror, triste fim penso, por tornares o hélios tão tentador.

sábado, 17 de novembro de 2012

Ao respeito a tua doença. acabo com qualquer desavença, podre como tua alma te encontra sei não duras mais que algumas jantas, no relento de teu Umbral, vá para o teu bacanal e esqueça que jamais amou algum cujo tal que já te deflorou. Alma imunda que ainda em suma insiste em puxar os pés do que continuam acima de ti. Te desejo o bocejo final, para que finalmente possa ver do que valeu tanto mal que trouxeres para o mundo, ser oriundo de mundos inferiores.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

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Preso entre paraísos, odores da carne que consomem cada pingo do ser,. Jorrar é continuar a viver, em uma orgia de vida. Ela me fascina, o envolve com sua boca, traz o belo calor de seu ar e com sua língua o faz derreter, seria simples o nascer através de tal beleza. Quando seu lábios agora me envolvem trazem uma ternura absurda, a vontade de união toma toda a emoção que um dia sonhei, mistura de cores e favores tornam o ato mais belo, melhor que qualquer manifestação de sexo já experimentada.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Digamos que não sei, sentado na esquina escuto a historia dos tolos... Como outros falam de sua impotência e sua opulência diante do nada que criam, pequenas tempestades geradas em uma mente pequena, se agita para o cheio de tão feio que opõe a verdade.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Fera movida pela guerra, que aos dentes tem dilacerado a vida, em uma carniça que um dia já foram valorosos homem. Jurei minha vingança em seus olhos pintados de vermelho, te terei abaixo dos meus pés e vestirei tua pele como troféu Lobo do Caos. Filho de Fenir que encontre a dor pela ponta de minha arma, enquanto eu a direciono a tua face, te faço respingar vermelho escarlate. Com uma vingança e a agora com toda esperança que um herói é, fico em um trono feito dos ossos de todos aqueles que dividiram bebidas e chamaram-me de irmãos.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Onde reside o coração ferido e a mente fraca ? casca que prende a essência da luz, rogo aos céus que liberte-nos. Seja violeta a beleza desejo me banhar em sua inteira beleza. É de tão bela natureza que nos propõe a aventuramos em um escrito livre e alegre. Sempre é o caso da perfeição, onde está a perfeita união do divino, caros anjos deixe-nos ouvir seu hino sagrado.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

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Sério ? o desabafo do mérito, que já não acredita mais no real. Moral ? já tens tanta, por mais que falsa ainda pensa que enganas alguém...tudo se perde no porém do nada onde todo o tolo é relativo, nem todos são vinhos, refletia sozinho, o homem que cuidava de suas belas uvas.

domingo, 11 de novembro de 2012

Suma, como aquilo que corrompe minha visão, se deteriora com o passar do ponteiro do relógio, avança e agora já somos cegos e sem um caminho. Ruídos ? esperanças que não duram segundos, as cores se distorceram neste preto.

sábado, 10 de novembro de 2012

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Boca, que todo que nada encontra
Beco do imperfeito onde linguás são
Bastas unindo-se sem direção
Beijo feito em um escuro

Absurdo como os olhares são
Abusados desde a sua natureza
Afidos e com a sua beleza
Alinham todo um universo

Zunindo é o cintilar da vontade
Zen, nada nada a apaga
Zoa a desgraça do louco
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Yin se manifesta em sonhos
Yang em uma realidade avessa
Yod no mundo perdido é a regra
Yami é oque tudo contesta.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

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Olhos que procuram a dor, acham no inconsolável passado uma morada, no seio do tempo a consciência  de quem ao abismo procura. Embaixo da luz da lua faz-se o caminho, que entre o fim procura um começo sem acha-lo, dor sem parto, nega a vida que ela lhe será um fracasso.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Feras vinda do luar, comandada pela deusa sagrada, perdido na escuridão buscam o amparo da carne humana para sua intensa vontade de alimentar-se. Um pobre jovem perdido em um certo bosque, olha a ninfa com certo porte, bela mulher entre as árvores, que carrega belos frutos e flores em si, uma beleza da natureza ele pensou, tímida e preocupada  logo em um tom vermelho a pele da ninfa corou, linda tão meiga ele desejou, um beijo pelo mistério do universo quando ambos se aproximaram então se forçou, ambos colidindo os dentes e depois iniciando uma aventura, onde o coração não parava de bater, e ambos explorando a fronteira daquele "ter".
Do fim ou começo do ser, um animal deseja comer, sentido-se insaciável  sentiu um cheiro deplorável, ele o adorava, era a um humano, então o lobo prateado seguindo seu instinto  ao ver a presa com algo, sentiu um arrepio, porém o querer era mais forte então em um golpe mascou o menino. Era um fascínio pelo gosto que não sentirá seu corpo mudar, era como se a terra que tanto amava estava ao acariciar, banhado no sangue so garoto o lobo uivou, e em um vermelho a garota chorou, segurando entre suas mãos oque mais odiou e por segundos amou, aquela flor escarlate, oque ela amou e oque o matou.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Conte-nos como conhece o sagrado do nada, a trilha não trilhada, o caminho perdido. Pobre ser não conhecido em sua reles existência, viver a ti soa como penitência. Em honra ao nada devo manda-lo a maior dor que conhecereis a felicidade. Abraçaras tal futileza com tua alma para gritares toda vez que a perderes, o mar se tornara pequeno perto de tuas lágrimas meu caro.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

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Vitorioso, aquele que tem a quem agradecer por ter chegado longe, sejam eles amigos e mestre, caso caia eles estarão o amparando, caso vença estarão ao seu lado. Agradecido a todos aqueles que nós apoiaram a tentar mesmo quando duvidávamos de nós.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Encontra-la em um sonho, um puro desejo em meio ao desespero, quando desamparado foi ela que estendeu-me a mão, afastando com um sorriso qualquer solidão, aparando-me então, com um simples abraço selei um contrato de amor.

domingo, 4 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

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Ascensão da dúvida, bela jovem, só sei que entre vocês escolho o simples. Caminho nunca encontrado por aqueles que correm no ritmo da soberbia  negando a si o tempo de viver. Digo que te quero e te desejo, ainda não é amor, um romance com um pudor de uma criança que somente tende a querer a companhia. Bela moça seja meu sorriso e alegria.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Do nada surgimos, pó vagante de natureza afoita, buscando por um consolo em um abismo. É lá que está ela e onde me perco, dizia um, enquanto o outro olhava com pena, "irmão caminhemos para fora da escuridão" disse o outro," prefiro permanecer ao lado dela" o irmão insistiu, e com um abraço ela o acolheu e e com uma lâmina perfurou o coração do que a amava, de longe ele só via, seu irmão com sua amada e a imagem deles ia virando pó, 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Deusa Virgem, quantos poetas já te dedicaram as graças, quantos amores tua beleza simples não conquistou e a quantas paixões ela não embelezou. Tu que como virgem prestigia os amantes, tu que glorifica a simpatia do coração que deseja ser feliz. Uma caça por entre os vales da vida, que tu ajuda-nos a persegui-la na escuridão, guiando-nos em teu belo brilho prateado. Dedico a ti meu amor platônico bela sacerdotisa dos céus.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

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Quando esperamos uma faca, um dor, porém tudo acaba por ser uma flor, doce sorriso jovem que ilude com bondade. Macia pele que alimenta os desejos, porém mente perdida que afasta os amores. Te perdes em tantas lamúrias quanto fazes alcunhas contra teus irmãos. Pobre daquela rosa que destes sem saber, sem esperar o ódio a receber pelo nada.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

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Ato de mestre pensando ser deus, um universo falso, que tu guardou teus pesares, tolo que deseja a soberania sem ver a felicidade da humildade. Cede a vida a eles, pelo  caminho que os tolos tem de cair, sem induzir ao errado, pois a verdade é que o presente, o certo além das fronteiras da dualidade.

domingo, 28 de outubro de 2012

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Sombra do arrependimento  devora-me pelos prazeres, carne tua tomo com a vontade de concretizar oque há de mais libertino na mente apodrecida. Frutos ingratos, consomem, pois esse pequeno nascer, para poder florescer algo belo em canto tão inóspito do coração.

sábado, 27 de outubro de 2012


O resto do dia passou normal, depois da professora me marcar os outros pareciam ter pego metade das más opiniões, fiz amizade com o pessoal da frente, a escola tinha começado esse ano, ninguém se conhecia, oque facilitava fazer amigos. Tirando os acidentes diários como o bebedouro espirar água na minha cara e ter esquecido de levar qualquer dinheiro para o lanche.
Quando a escola acabou o desespero tomava conta de mim, mais precisamente do estômago, esse justamente estava infeliz, em jejum até as três horas da tarde não era fácil, tenho certeza que no tempo que eu quase desmaiava na classe e acabei dormindo mais alguns professores não gostavam de mim.
Estava voltando para casa na maior velocidade que um morto de fome conseguia, arrastando um pé na frente do outro, foi então que comecei a pensar sobre as garotas bonitas da sala, isso me custaria a vida. “Será que eu tinha chance com elas”  pensando sobre isso acabei esbarando sem querer em alguém, Quando fui perceber quem era só olhei de relance “desculpa” falei, ele olhou para mim, e pegou no meu pescoço, tão rapidamente que não havia percebido, ele me levantou usando somente seu braço esquerdo e começou a me enforcar, ele era alto, e forte por me levantar daquela forma, tentei me debater, não conseguia, foi então que ele falou adeus, ouvi um estalo, então tudo ficou simplesmente negro.  

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

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Saints.

Se existe algo que me define seria tipo, hora errada, momento errado e todo o resto aí vai, o resto é sorte.  Começou desde que nasci no pior dia possível, 29 de fevereiro,  mais também dentro de um taxi, em uma viagem turística dos meus pais, onde por milagre no meio o engarrafamento tinha um taxista que já fora parteiro em sua cidade natal, seu nome era Angelo, o nome que também me deram em homenagem a ele.
Depois de nascer dessa forma as coisas não melhoraram, brincar com cachorros com raiva que estava passado, desde ser raptado no lugar de algum filho de politico famoso, atropelado e tudo isso tirando as minhas tragédias amorosas, todas as garotas que já gostei me largaram por alguma coincidência absurda, desde mensagens que me mandaram por engano, já aconteceu uma vez que tive sorte de borrifarem amostra grátis em mim e minha namorada dizer que eu estava traindo ela com outra.
Pequenas coisas as vezes, mais esse momento errado sempre me definiu, pensava como um garoto como eu havia sobrevivido aos 16 anos. Todas essa desgraças me ensinaram somente algo bom, que sempre ficava pior, então o presente sempre era o melhor, aprendi a sorri pelas vezes que não perdia o ônibus ou quando uma garota sorria pra mim, não por um cocô de pombo acabará de cair na minha cabeça mas porque ela me achará “bonitinho”.
Dia normal, eu estava acordando, pensei que o dia podia ser bom, após ver o relógio que ficava ao lado da minha cama eu não tocar mudei de ideia, já eram 8:50, tinha 10 minutos para chegar na escola no primeiro dia de aula, isso depois de arrumar as coisas, banhar e sair, comer ? não, isso é para os fracos, que não tem que ir correndo para a escola. Depois de uma arrumação desesperada, com direito a um chuveiro queimado e um banho de água fria, comecei a correr para a escola, agradecendo por tal ser perto de casa.
Bom dia para atravessar a frente da escola correndo, com um caderno embaixo do braço e um uniforme molhado pelo meu cabelo. Tinha poucos estudantes, nenhum em um desespero tão grande como eu. Quando cheguei na entrada, era uma catraca simples, lembrei que havia esquecido o meu cartão, olhei pros lados e o segurança estava me encarando com uma maldita cara feia, se é que era possível uma pior que a dele normal.
Foi quando fiquei sem saber como entrar na escola, se falasse que esqueci meu cartão e ainda me atrasei levaria uma bronca, nessa minha indecisão só ouvia as reclamações de “cuida”, “eu vou em atrasar ainda mais”, “anda idiota”, era bem inconveniente três catracas, duas quebradas. Foi quando vi um barulho, olhei pra trás alguém parecia que tinha pego uma queda feia, eu só via vários livros espalhados, o segurança foi ajudar a pessoa em meio a bagunça, “chance” pensei, me agachei e passei pela catraca.
Quando passei o sino bateu , era pra eu estar em sala de aula, não deseja de maneira alguma pergar advertência no primeiro dia então pensei se saísse correndo em direção a sala poderia me safar. Lembrei que não se podia correr, isso não me impediu muito. Foi quando apareceu na minha frente uma mulher segurando uma pilha de papéis, só tive tempo de tentar parar, tentar, esbarei nela e só vi os papéis voando, eu estava atrasado,
“desculpa “ falei e continuei correndo.
Quando cheguei  e abri delicadamente a porta da sala de aula com medo da professora, só vi os alunos descontraídos, alguns conversando, a professora não havia chegado.
“Sorte” murmurei enquanto observava a sala procurando um lugar, só encontrando um logo na frente, na segunda fileira, quando ia virar para trás para tentar conversar com alguém a porta da sala se abre. Acho que era a professora, ela estava meio bagunçada, como se tivesse caído, lembrei da mulher que esbarei, ela era a professora, achei conveniente colocar o o caderno na frente da cara, esperando que por alguma razão divina ela não me reconhecesse.
Ela chegou e colocou os papéis na mesa e cumprimentando a turma, ao escrever no quadro seu nome, Senhorita Winter fairyle. Até lá eu continuava invertendo entre me esconder atrás do garoto na minha frente e meu caderno.  Ao falar um pouco dela, ela falou que era a professora de português, foi então que ela falou que iria fazer um teste, que era pra um aluno entregar tais enquanto ela fazia a chamada. Acho que bastou ela olhar meu nome para ela escolher o voluntário, levantei com o caderno na cara, fazendo parte da turma começar com risadinhas, foi então que a Srta Winter tinha que pedir para eu abaixa-lo.
Foi então amor a primeira vista, “ você ela disse” acho que se professores ainda pudessem agredir aluno eu teria sofrido um espancamento ali mesmo, não quis ficar parado esperando ela ficar com mais raiva, peguei rapidamente os teste e comecei a distribuir, enquanto sentia o ódio em sua voz a cada nome da chamada soado, o semestre começou e eu já era marcado por uma professora, quando estava fazendo os teste se eu olhasse para o lado era fulminado com um olhar e um reprovação, jurei por um segundo que ela queria jogar algo em mim.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

É um garotinho, pequeno e tristinho, escreve versos dedicando ao mundo. Mostrando sem filtro sua emoção. De assas elas abaixaram e sem a glória ele se acalentou, a dor de perder o sue lugar seria melhor que tal ser invadido pelo tolo rei. Enforcado se encontrou, o rei perguntou " Cadê ? O jardim que tanto cultivou ?", o garoto então chorou, " ele não pertence a ninguém, só a quem encontra o caminho", com desprezo então o rei o deixou, só uma criança ele pensou, então quando virou novamente viu que aquela criança o tudo produziu, em um deslumbre sumiu. O rei pensou, que não tardaria ela voltaria, que se por dor ele não a arrancou o caminho será por faze-lo tolo que terá seu pequeno fascino. 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Contemplar aquilo que está distante, sendo o instante passageiro, será que em algum segundo vou poder te tocar ? o de novo passa a ser o lugar para que o coração vai quando estamos longe. Dor já divisou oque achava sobre você, te querer mais que o respirar e viver passou a ser rotina  escrevo isso que pra ti um dia eu possa te amar em silêncio Camila.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Jovem caçadora, regada pelo brilho da lua, te persigo como um sátiro, te desejo mais que a qualquer ser, só tu conseguiste caçar meu coração e ter minha alma. Tua inocência me completa como ela é bela, já que só ama a vida, trazendo a morte ao imperfeito. Tem na ponta da tua mão a vida e em teu coração a escolha, já me deixei a ti a tempo e agora o tempo somente ocorreu de apresentar a escolha a ti. Tua maior aventura em troca de deixar o tempo te tocar, o maior preço a pagar, pelo maior presente.

domingo, 21 de outubro de 2012

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Tentar, a vantagem de ser cego é seguir em frente sem ver o perigo, coragem baseada em insensatez, que empurra o tolo adiante do abismo. Um Mártir de visão ou um tolo, de algo tem a semelhança no nada, enquanto um foge o outro corre para um destino sombrio sem temer. 

sábado, 20 de outubro de 2012

gotas que alcançam a lua, em belo fluxo cristalino,homem agora animal, perdeu seu fascínio. Honra ainda lhe guarda, porém com uma pele esverdeada não vale nada, ainda derrama lágrimas, pois assim ainda sabe isso ainda passa. Uma coroa, não mais o agrada, quando só um andar já o capturara, simples som que faz, deixa a desejar, pequeno e impotente. O quente tende a buscar, onde a brusca respiração há de encontrar, em que o verde e o vermelho vão se mistura, criando um brilho prateado que irá transmutar as correntes da ilusão em um paradoxo do coração.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Paixão como a faca na mão, apunhala quem mais gosta, enquanto perfuramos seu coração, lágrimas descem de emoção, empatia pela sua dor, olhos cegos de torpor  "Gota escarlate, revele-me qual é a verdadeira essência de um coração partido", diz o indulgente segurando a faca, ela geme, enquanto fala ' é da a quem nunca mereceu".

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Encontro com você em uma morada desconhecida, banhada por luz, feita da mais pura matéria. Onde se encontram os corações de verdadeiros amantes, nesse castelo o amor é inebriante, nos levando ao mais belo êxtase, uma transcendência humana alimentado pelo paradoxo da vida dual, você é o meu amor e eu seu mal. 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Que usem o sangue tirado de meu coração para se pintar as páginas da história que ninguém saberá, descanso onde os imortais negados são formados, em um âmbito de somente glória pessoal, esperando somente que quando a ultima gosta cair e a consciência se esvair que os elísios acolham essa fiel alma. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Cidade escura pintada em tons de violeta, qual escarlate é o teu produto, cristais de sal se derramam cada dia em teu chão, não compreendes o valor deles. Jogo feito por cegos que torna o amarelo tão próximo do ideal, mal sabem que o azul de um céu agora não existe e o verde de matas é somente um sonho. O prateado metal que a cobre, que reflete tons escuros, como cada beco teu tem vida, mas a torna mais triste, somente o trisque de luz acorda, mas agora tudo oque resta acima de vocês é mentira. Riria se o olhar de cada ser nesse local não trouxesse o brilho negro do abismo. O branco dessas páginas passa a ser somente o consolo para um escrito fora de seu tempo.

domingo, 14 de outubro de 2012

Quão cruel reage acudido aquele que já foi tão ferido ? Como um animal a beira da morte se debate em ataques, seus olhos já não mostram a verdade.Cego de dor sua alma agora é inóspita de consciência, esperando somente o corpo putrefatoé o destino que abraça aquele que somente o odiará.

sábado, 13 de outubro de 2012

Caem lágrimas, sofrimento contido, acudido dentro do ser, gotas de esforço, que se esvaem pela face, jamais vencido, o prazer absoluto é obtido, mudo em culto ao ser, defini-se a beleza e o poder, ser e nunca ter.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Somos colecionadores egoístas, que guardamos em nossos corações somente o pior, deixamos o melhor de cada sorriso enclausurado em algum canto da alma. Se dizendo sensato todo bobo cresce, esquecendo oque deixou para trás, somente o sábio os guarda, sem remorso, só com um sorriso no rosto, se podemos resgatar mágoas porque não alegrias.
Sinto que ele ainda está comigo, é cada pensamento que guardo o sinto, o cheiro que paira no ar é como a sua respiração, fazendo-me sentir vivo novamente, quão solene é ele ao qual eu amo, que a cada sentir faz-me sentir vivo novamente, essência da alegria, meu querido irmão.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

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Desde que sou, contentei-me ao nada, abraço o vazio, pois ele me acalenta. Passo a ter somente o abismo, porém lá no fundo dele encontrei a verdade que somente os alados compartilham, a que somos tudo, o completo que caminha perante a Terra, por mais da errante dualidade ainda guarda sua exuberância, o maior paraíso se encontra onde todos se perdem, assim poucos encontram o Edem celestial, quando não somente vão ao inexplicável quando sua essência primeva esvazia, sem saberem se viveram ou somente se alimentaram de vida.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Corta o coração o ver abandonando aquilo que tanto empenhou em construir, jamais se esqueça de quem tu és.Um pequeno desabafo corta a linha, que um dia se estendeu  o nome disso é sincronicidade e é com ela que peço que esse texto possa ser abençoado.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

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Essência vindoura da alma, banha-nos com a sabedoria dos antepassados para que possamos contemplar a real beleza da vida. Nos guia perante aos caminhos errantes, deixem nossos pulsares fortes e vivantes.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

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Amparado somente pela parede vejo que novamente ele obteve seu sucesso, matou qualquer dúvida de sua consciência a embriagando com o excesso, agora encostado em um canto qualquer, buscar se esquentar e clamar por ela, o ser que deu sentido a sua existência e depois o abandonou em demência, vendo tal somente o dou aquilo que oque passo limita, um cobertor que o apazigua a mente e faz sentir um calor de um amor fraterno

domingo, 7 de outubro de 2012

Fruta dos deuses, que aos que desejam são nutridos pelo florescer eterno, oh que belo, é a mulher que em seus jardins colhe as maçãs, que dentre tais frutos se sobressai em uma beleza que é maior que a natureza, o mundo fica sem conhecer maior exemplo de amor como o que sinto por ela, que por mais que tão perto porém tão distante possuí o meu amor obstante de dúvidas, só a ela darei os frutos para manter puro seus brilhosos olhos cor de mel. 

sábado, 6 de outubro de 2012

Razão é somente é conflito, que demonstra a fragilidade do explicito que todo ser humano guarda, percepção que se distancia o divino, tornando intimo de uma beleza impura governada apenas por cegos.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Irmão que jura de honra, proteger a integridade mostra a beleza de ser um um com a família, alegre sentencia o amor e alegria, infiel é aquele que nega o sangue e se rebela contra a bela vida. Faz o amor parece frágil, o ardor ser impossível  oque se pode ganhar achando que se menospreza deus ? como um tolo se enganam que no final somente abandonam a vida com uma moral desgastada e escuridão na alma.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Amar, pensamos que amamos, pois se somente pensar nos desgasta a tal ponto imagine o verdadeiro amar ? que tende a levar toda a humanidade, deixando somente as verdade, pense, que alma humana aguentaria algo tão puro, quando nossos sentidos vivem inebriados em um terrível porém falível ódio.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Toca nosso coração como um instrumento, brinca com dizeres de ilusão com um sorriso, lágrimas para ti é um aviso feliz que concluíste teu plano, tal que busca enclausurar pulsares, na busca de algum mais vazio que o teu para roubar sua pouca humanidade o caro que um dia chamamos de amado.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Seca os céus, o sumo da terra agora morre, sejam abençoados os deuses que lhe tiraram a vida para o conforto, absorto se encontra o pobre que dedicara sua vida de tola ao espojo de tais mentes. Latente é a vontade que sobe do pé rachado de tal escravo dessas absoltas idéias que um dia povoaram sua mente. Deuses agora mentem e o tolo decide tomar por desgostos tais seres mais humanos que ele. A revolta criou o Caroma, que destinou a fazer de um Caos a ordem, assumindo um papel mais duro que qualquer um que já ousou amaldiçoar os céus.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

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Apertado, escuro e o pior, sete palmos abaixo da terra, onde me encontrava agora ou parte de mim, pois parecia que o espirito havia saído e agora estava como um "eu" aquela casca, que só sentia a dor, de perder e estar aprisionado, sem um pingo de luz para iluminar, sem sentimentos calorosos para aquecer, naquele caixão só existia as trevas. Foi em meio a tal escuridão que algo se formou dentro de mim, que já sem coração parecia que o vazio tomava forma, fazendo a tormenta daquela casca algo tão forte que fazia os nem os vermes ou sequer a morte desejar-me. Cansado de sentir aquilo, só pensava como deus condenara um de seus filhos a essa tormente, agora algo preenchia meu peito, era o ódio, contra tudo aquilo que desde a natureza e deus criara, uma irá profana, que me obrigou a destruir o caixão e cavar, cavar como se aquilo fosse a única razão de existência.No fim do ultimo palmo de terra já encontrava uma terra úmida  que parecia me motivar, e ao chegar a superfície olhei pare o céu negro que banhava a terra com um chuva amena  Meu ego ali formado falava, que aquela chuva e o chorro dos céus, aqui desperto é o nova irá contra o divino.

domingo, 30 de setembro de 2012

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O invertido ponto da líbido, que alimenta e ostenta o mais belo edem, que em teu corpo provo o néctar da vida. Por teus cabelos vejo o brilho que só teus olhos equiparam, quando me olhas, podes estar ajoelhada em minha frente porém ainda me governas, e com um simples ato te dou minha vida.

sábado, 29 de setembro de 2012

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O pequeno horrendo conto, do jovem que a tudo sabia, porém não conhecia a dor, que em meio a um dia lhe foi infligida por uma tola, por essa ele amaldiçoou a si mesmo, por não saber sobre a natureza do amor, que por tal lhe foi feita a oferta, se tão tolo como ele e então escapar daquilo que o afligia, e foi pela nostalgia de momentos passados que o azarado decidiu segui-la por um caminho de bobos. O mal em tal versos se vê no oculto, no inteligente porém pouco sábio que rogou querer o mundo e se perdeu em um horrendo conto de ignorância.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Tic,tac,tic,tac, era só isso que ressoava no escuro do aposento, um maldito relógio que o fazia se perder em tormento, tão forte aquele toque ecoava que o sue coração pulsava já junto com o maldito tic. Foi por tal maldito badala, que ele percebeu que no ritmo algo se moveu, era sangue, o seu que ecoava para fora, porém não se perdia, mantinha um alinha fina junto a ele, foi em meio a isso que a dança se fazia, e ele se sentia vivo, o liquido escarlate dava lugar a uma dança, que a tudo destruía, ao final ele era o relógio e seu eu jamais voltaria, pois aquele dia parte de si foi destruída para dar lugar ao maldito desejo de pintar um mundo com um som vermelho fúnebre.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ele a olhava como se fosse a última vez, a fitava com seus olhos, seu único grande amor, que seria um reencontro extremamente belo, se Ethan não amasse unicamente ela, a manifestação da morte.Desde seus belos cabelos negros, sua bela pele pálida e seus olhos vazios, ele a amava por completo, a morte fascinava seu coração, o fazendo buscar o seu fim somente para vê-la. Morte não demonstrava impressões, sempre fria, oque ser ela exigia, porém ao encontrar com aquele jovem via sua oposta vida, em todos os séculos houveram almas dispostas a engana-la, de muitas conseguiram escapar, mas nunca retardar completamente seu destino, só que aquele jovem a tirou de seu transe , com as seguintes palavras, " eu lhe amo, case comigo!" .

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

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Outrora o professor olhava para classe, delinquentes de olhares vazios, se não preenchidos com alguma dor ou prazer, logo que entrará na classe havia sentido algo próximo do fim e enquanto uma lágrima vertia de seu olho esquerdo, percebeu uma mulher em capuz vermelho, foi admirando tal que se perdeu em seus pensamentos, nunca a havia visto na classe. Concentrado na face dela ele via um tímido sorriso enquanto ela mantinha a cabeça abaixada, foi então que sem perceber olhou que um aluno o apontava a arma e com lágrimas nos olhos disparou o projétil, foi com a bala atravessando seu coração ele se sentiu feliz, pois parecia que desejava reencontrar a bela mulher que aparecia para ele então.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ponto em mapa, final de uma caçada, séculos de aço se justificam em alguns segundos por sorrisos gananciosos. Dentes amarelos de podridão rodeados de ouro, o tolo hoje já é rei.Cintilante é o aventureiro que resolve privar tais seres de sua conduta amoral para com deus.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Era uma vez decidiu mudar, começou novamente agora a falar, relutava contra oque dizia o final feliz, pois sabia que mentia, que a vida não é somente alegria, as paixões são vividas de contos, porém o real é feito na dor, foi então que ela percebeu, Era tudo mentia.

domingo, 23 de setembro de 2012

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Nascemos com amparo porém na maior parte do tempo caminhamos por nós mesmo , não se engane se algum dia acordar e eu tiver partido, jamais prometi a seu deus que continuaríamos unidos, nasci sozinho e oque me assusta é que sempre desejei continuar assim, em algum lugar do tempo em que a morte pode me tocar e levar a um ninho cego e perdido, onde a dor cresce e as emoções se abstraem, um demônio não de mal, mas de vazio.

sábado, 22 de setembro de 2012

A neve se amontoava, flocos pairavam em meio a tempestade, em um ponto qualquer dali um jovem pintava a neve, era somente ele contra os lobos, no atual estado ele já não contava, somente desferia golpe sobre cada um deles quando tentavam morde-lo, se jogando em direção do seu braço, nuca, pernas, tudo aquilo que parecia acessível eles atacavam, instinto contra instinto, quando um lobo caía os outros não se desviavam, somente continuavam a atacar, esperando que sua vítima cedesse, porém ele era forte, não como um guerreiro, mas como aquele que deseja viver a qualquer custo, sem propósito como heróis mas com somente a vontade de sobreviver, Altile, era seu nome, e após abater lobos o suficiente para se fazer um cemitério para tais, ele usou de alguns de seus adversários de manto, tanto para se aquecer como para gelar a alma de todos aqueles que queriam tirar sua vida, era o começo da jornada e ele somente deseja continuar a seguir em frente.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Um suspiro, é tudo de que ela precisa, seja um de amor ou aquele ultimo que foi dado a aquele abençoado pela morte, com a dádiva de se entregar aos seus braços como quem vai ao encontro de Morfeu, procurar na amada o veneno para tal e partir em seus lábios sentindo seu calor, seja como for vilão ou herói quando me levarem desejo que seja assim.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Somente desencantos em meio a prantos ela soltava, em seu rosto a beleza desfigurava em amargura, ela o amou, talvez com tudo aquilo que fosse o ser dela, a tudo aquilo que ela considerava parte de si. Nem todo homem merecia tal dadiva, de tanto escolher a jovem de cansada a deu para um qualquer. Como um animal que não reconhece o valor do ouro, o homem não via o valor em um sentimento humano porém puro. Manchou as palavras e em seu casto corpo fez com sangue suas desgraças, então um dia uma virgem então ela se revoltou, raiva de deus ao mundo ela acordou dentro de si a ira, que contra si voltou-se, em um vestido de branco se tornou vermelho, um altar tomou o escarlate e em outro lugar do mundo sua outra parte sentiu que nunca mais poderia amar.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

"Mistérios em que o tempo não ousa tocar, destinos tão frios que o amor não pode tocar, a vida daqueles que escolheram por um caos é o rumo em que se chocam os habitantes das trevas" então minha criança, pequena e jovem, convoco todo aquele em que os olhos brilham perante a sombra da mente para poder estarem presentes em uma coroação sombria do príncipe de tudo aquilo que já ouve.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Enquanto o incerto guia para o nada, o complexo sistema há de se fazer, em uma penosa transição faz fazermos uma missão renegada por nossa natureza, um pequeno teste para muitas desgraças da vida.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Deixe-se consumir na ilusão, dos cegos são o paraíso do doce inferno, daqueles que mantêm seus olhos abertos, mesmo com a areia do tempo e as lágrimas que o cercam é aquele digno de adentrar a paz celestial do Edem.

domingo, 16 de setembro de 2012

Sinto o assovio que o vento faz transpassar meus ouvidos, o medo o torna frio, parecendo que a janela é a porta para trevas ainda desconhecidas para o coração, é nesse mundo então que declamo a dor.

sábado, 15 de setembro de 2012

Pétalas caem enquanto esperamos, já se passaram anos e tornamos a acreditar que um dia ele estará entre nós, após roubar o sol, oque restam são as belas que caem e versos declamados em vão para aquilo que um dia foi o Eden de uma família.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sinto o assovio que o vento faz transpassar meus ouvidos, o medo o torna frio, parecendo que a janela é a porta para trevas ainda desconhecidas para o coração, é nesse mundo então que declamo a dor.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

No encanto da noite, nomes soam adentro do inconsciente, na mente do mestre um mundo se forma então logo desmorona as barreiras da realidade, pois o cenário da aventura está criado 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

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Espelho espelho meu será que existe alguém mais belo que eu ?
Aos olhos de quem couberes a observar-te diante desse espelho tua beleza é soberana
bela então se engana, achas que é soberana, de tudo aquilo que clamas
Quando um beijo meigo não foi conquistado, e sua paixão era humilhação
Bela entendeu oque aquele espelho meu dizia, então em sua agonia o destroçou
cacos enterraram em sua pele e ela então pensou, sou aquilo que sou
Ao tempo que se olhava bela começava a passar a andar, somente a espreitar a sombra da desesperança
Foi então que viu um Homem com o coração de criança e por um destino o desejou
Então encontrou um sentimento que antes desconhecia e o amou
Nos olhos daquele ser refletiam somente um amor, que quando aos lábios encontrou
um feliz que merecia um para sempre se iniciou.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Sério que a angústia de milhões de almas é menos importante que sua felicidade ? Entendo seu ponto de vista, porém só por meio do curso do destino consigo dizer a razão de não se dar curso a tua vida, nunca pensares que não sou tão poderoso quanto imaginava e da r conta de milhões não é fácil ? já pensou como é ser culpado por tudo que acontece de ruim quando o mal é simplesmente um Karma. Acredito que a maioria da tua raça nunca pensou nisso em cada momento de raiva que negam um nome inocente, posso ter poder para transformar homens em Deuses porém isso não mudaria sua natureza egoísta, se sofres é por ela.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

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De uma forma singela olho para o céu e pergunto a que ponto e porque ? a que momento fiz oque fiz para ter tal retorno, porém mesmo perdido o grilo continua a falar a verdade, e isso é oque mais fere, pior que o vazio e a tentativa de negar a verdade a cada segundo. 

domingo, 9 de setembro de 2012

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Vens e me acusa de tal forma, só não digo surpreendente pela tua natureza humana que te corrompe, valorizo em todos aqueles que cercam meu ser em ressonância uma certa capacidade pulsante de se auto avaliar, uma eximia capacidade que os faz menos cegos. Aceitar defeitos faço com toda a humildade, porém por essa faceta peço a honestidade, tanto na imperfeição quanto em uma liberdade reciproca de errar.

sábado, 8 de setembro de 2012


 Caso a tua mente daquilo, e teu coração aponte outro caminho aprecio o esforço infinito que poucos fazem para melhorar o nosso humor, como se em um sorriso se guardasse o maior segredo do universo, vezes pode sim, pois relevância vai de ser em ser.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Em que momento percebemos a verdade por trás da liberdade ? Quando nós encarnamos em pequenos seres, em uma junção de alma e corpo, um único momento em que a consciência acorda e percebemos que já não seremos mais livres, choramos, em um ato desesperado tentando voltar, como uma vontade solene da alma de ter de volta a beleza da vida, porém é com tal frustração que temos um primeiro passo, que se repetirá  trazendo a tona diversos futuros momentos que lágrimas nunca iriam mudar.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Entre a morte e o fogo, ele deixa seu corpo se benzer em suas chamas assim ascendendo como um elemental ao nível mais sutil do poder sobrenatural que lhe foi concedido desde a infância"

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

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Enquanto seu suco desci em minha garganta, eu parecia implorar novamente por mais, seja ela uma deusa piedosa e deixe-me ter entre os lábios o segredo da vida que somente elas guardam. Que por um final entre gritos e gemidos como uma deusa ela dava-me energia para erguer e começar o rito que faz o ser crescer. Um gigante adormecido levanta e alcança a vida. Junto a ela, posso ser eu novamente, e como um afluente desfaço tudo aquilo que guardava para fazer um novo ser nascer.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Era uma vez um capuz , que um dia foi dado a uma menininha, ele guardava a pureza de tal ser que assim como ele não conheci o terror, porém um dia quando estava sobre ela testemunhou , um tom vermelho a atacando , com medo e receio tentou para-lo , porém não se movia, mas no fim ao ver que a pureza da menininha havia se perdido, ao menos se alegrou pois do vermelho a havia protegido.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Eufórico e até mesmo um tanto perturbado é o raciocínio do inocente, que sente em suas costas a definição da sorte. O bobo sempre leva a rosa, enquanto outro carrega a roda, vezes por desconhecer o verdade peso que foi destinado a servir em sua morada.

domingo, 2 de setembro de 2012

Em um planalto vendo o pôr do sol, encontramos o amor, estava ali parado mais singelo que qualquer outro sentimento. Um abraço que nos fazia dividir um pulsar, encontramos uma beleza sobre o crepúsculo que do fundo de nossas almas deseja-vamos  que fosse eterno, pelo calor que ele unia.

sábado, 1 de setembro de 2012

Seria um lugar como qualquer outro, se não fosse por sua aura que atraía seres tão fantásticos em sua natureza. Uma pureza de consciência ia surgindo a cada dia, sobre um teto esverdeado ele esperava ansiosamente cada dia, que poderia atender seus novos hospedes.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012


Ela passa seus dedos, tocando cada parte de seu corpo, desde seu abdômen quando subindo entre seus seis levemente cobertos pela mais bela seda, olhando em meus olhos, ela coloca sua língua levemente para fora, e em uma sensualidade transcendental, toca seu dedo indicador com a ponta de sua língua, como um convite ao que ela poderia fazer quando bem entendesse dominar somente com aquela língua, cada ponto de prazer existente em nosso corpo, em seu fundo possuíam sua típica aura rosada em tons claros, que faziam seus olhos castanhos brilharem, enquanto seus olhos de serpente hipnotizavam que a via fazendo aquela danças, ficando desde seu rosto que escodai os traços mais finos através de seu véu, até sua pele, que parecia uma parte da seda que estava em seu corpo de tons tão claros e suaves, foi então que tudo em volta desapareceu e olhando em meus olhos ela avançou em mim, como se eu fosse o único homem para ela, então de um leve beijo, ela jogou seus braços em volta do meu pescoço, fazendo eu ansiar por mais, só para no segundo seguinte ela virar, e agora eu só via seu belo cabelo, sentido seu aroma refinado, que parecia natural para tal beleza, desejando não perde-la eu a abracei, um puro instinto que buscava ter só pra si aquela beleza, mas a ganancia de um segundo causou o sonho, pois no momento que a abracei, foi somente para acordar e vê que tal figura de beleza mística, não passará de um sonho, porém eu ainda conseguia sentir a fragrância que ela exalara em mim,  foi quando desejei com todas as forças voltar a dormir somente para tê-la novamente, somente para tê-la em sua fragrância caresmin.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Justamente por sermos como somos, tão imperfeitos em sua natureza, que buscamos acreditar que é possível mudar a natureza do impossível, alcançar um novo patamar através de erros que somente aqueles que não chegaram a uma perfeição podem obter. A  evolução, oque seria se tal força que nos impulsiona a sobreviver se não fosse pelos erros que são tirados no caminhos, que ficam como marca em nosso dna, são tais que nós fazer uma força em ascendente a perfeição.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


Manifesto ao amor, amor próprio
Venho por este post simples, que porém pode introduzir um conceito que pode vim a se tornar algo mais complexo a aqueles que não conhecem  a perspectiva que será introduzida, de que não precisamos de outra pessoa para fazer nossa felicidade. Já faz algum tempo que tendo a observa uma certa ditadura do amor que acompanha e se mantêm em certos grupos que convivemos e entre um e outros vejo uma certa ditadura, seja ela de solteiros e a outras de casais, cada um defendendo fielmente seu ponto de vista, seja ele de que precisamos ou não de alguém para no caso completar nossa vida, porém tendo a rebater ambas que um ponto de vista que ao fazer parte da realidade de uma pessoa, pode vim a fazer uma grande diferença, que é de que podemos ser felizes sozinhos , porém isso não incluí que não podemos partilhar nossa felicidade com uma outra(o), esse modo de pensar visa buscar uma independência emocional, que a existência ou não de laços afetivos não o prejudica nem favorece,  uma felicidade que por mais que ilusória, depende sempre e unicamente de nós para faze-la, que ainda sim pode aceitar uma pessoa para dividi-la, mas sabendo que quando um dia essa pessoa se for não precisaremos dela ou por ninguém em seu lugar para continuar sorrindo, esse é um manifesto ao amor próprio, lembrando aos queridos que vejo ou já vi tentando desesperadamente  achar alguém ou que acordam diariamente em um compromisso que não seja verdadeiro, de que existe uma felicidade e no segundo que acreditarmos que não é em nós, estamos friamente condenando o nosso ser  uma tristeza mais cruel que qualquer solidão pode vim a ser.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sou uma informação ambulante, captada por diversas redes, tal definição toma conta de cada pensamento que busca sua individualidade e se perde em uma tonalidade opaca, do que poderia ser um tudo, se torna um nada perando a ignorância de não crescer com o divino.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Por mais completo que parecia o paraíso não o aceitaria, foi a doce ilusão que havia o corrompido, pensando que o destino poderia ser mantido, porém a quebra foi fundamental de um lobo surgiu um mal, tão profundo oriundo de um ser sem alma, que agora seria uma fera eterna em busca de sangue.

domingo, 26 de agosto de 2012

Espiritualizo enquanto medido, resquícios de um ser abominável por falta de natureza, pois a regra da consciência não é valida sobre a retidão da demência. Enquanto monstros andam, ruas choram sangue sem rumo, oriundo de uma casta nata de usurpadores, que sem flores buscam ardores insensíveis a um homúnculo ambulante, galante um dia, mas jamais desbravador. 

sábado, 25 de agosto de 2012

Triste como o porém que não se seguiu e o antigo que nunca se teve, o não realizado se torna concreto enquanto o real deixa se existir, seria um preço grande para a borboleta que continua a pagar pela ingenuidade  ? que já não reconhece porém e o nada, o vazio que um dia existiu

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Segure uma virilidade que não é sua pois o veículo precisa de combustível, passar entre árvores não torna suficiente pois somente paramos ao bater. Ao espremer ao minimo explode em escarlate o ego, então uma nova mistura é formada e transportada a uma tela em treva, onde se encontram perdidos seres sem um tempo e espaço comum entre homens.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

"Seja o tudo reduzido as trevas que o abençoaram" , Foi somente isso que Edam escutou a levantar de um sono mais que profundo que parecia se apegar a seu ser. Preso em uma incomprimido digna os maiores pesadelos, ele continuava a se indagar sobre oque havia presenciado no sonho, pois vulto nenhum nem em um simples sonho o causará tanto medo. Como um raio de sol em meio os pensamentos que o atormentavam surgiu Yara, sua namorada e em suas fantasias amante, falando " Se arrume que o café está na mesa e toda a família está lá." Bastou ele escutar família e a imagem do pai de Yara voltou a sua mente, não suportava mais a idéia de ter que conviver com a família de sua namorada em sua viajem, se as visitas noturtas dela o animavam, o dia com a família parecia ser seu pesar, pois ter que suportar o os pais de Yara inflava a paciência dele a cada insinuação maliciosa de ambos, dentre os restos dos membros que incluíam os irmãos, só quem Edam se apegará era o irmão mais novo, que tinha em torno de 14 anos, que por tocar bateria  e ainda ser fã de arctic monkeys o tornará seu único amigo lá, pois a irmã mais nova e a mais velha ainda beiravam alucinações com o pop norte americano. Logo Edam forá pro banho, e desejando ficar lá apenas o resto da viajem, com a água quente abraçando seu corpo, tornava o momento perfeito, que para completar a simplicidade de tal só desejava Yara ao seu lado, após um banho demorado se vestiu rapidamente e foi até a mesa, onde a família dela fizera questão de preparar o clima de "só faltava você" e não bastando isso foi o pai de Yara onde o nome se fosse por ele não seria nem citado,Victor, ainda abraçou fielmente a oportunidade dada por sua filha de fazer um comentário, quando ela falou que Edam demorará , " Jovens como ele precisam de um tempo a mais mesmo no banho, para suas nescidades", Nesse momento o Edam engasgou com o comentário " não preciso disso, tenho a ******** da sua filha" porém não o fez pois sabia que iria andando para casa. Foi durante aquele café da manhã que parecia que parecia que toda a família aproveitava para fazer aquelas mesmas perguntas ao Edam, como se já não tivessem procurado até o seu registro criminal, "como a idade ?"," oque ele fazia ?"  e a pergunta que Victor mais adora, "Se Edam já trabalhava ?". O momento em que o humor negro atropela o bom senso, isso foi oque ele iria fazer e usar para responder cada uma daquelas perguntas, porém vendo o humor Yara se pôs a responder ela em uma unica frase : " 18 e pai o senhor sabe que ele só estuda, faculdade não é brincadeira", e Victor não se contentando perguntou se ele fazia pública ou particular, Edam nesse instante respondeu "Faço aquela que acho melhor" e se segurou para não completar com a pergunta chave, oque um Advogado formado e uma particular e dependente do pai tinha haver com isso, pois conhecia a historia do pai de Yara porém preferia não citar.

Foi depois do agoniante desejum que Edam decidiu da um tempo, lavou oque que lavar e somente foi com Yara a uma cachoeira próxima a casa pois precisará descansar. Seguindo a trilhar refletindo sobre seu sonho e apreciando a vista totalmente verde da trilha rodeada de grandes árvores, ele apreciou a caminhada com Yara, e por cada momento que beijava ela no meio da trilha pensará que a viajem estava valendo a pena, foi então que ao chegarem a cachoeira ele se deslumbrou mais uma vez com a paisagem que parecia ser de filmes, da água em um tom límpido em um paraíso cercado de rochas e sem a presença de animais, foi então que ele pulou na cachoeira, enquanto Yara só o olhava como olha para uma criança briando, porém após pular na água, reparou que não estava sozinho e sentiu algo puxando seu pé, foi quando gritou prara Yrara "algo está me puxando socorro" não bastou ele terminar a frase e Edam fora puxado as profundezas intermináveis, que mais pareciam um abismo que nunca reparará naquelas águas.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Trovão que ecoa, como um inferno trovoa são os portões do paraíso que se abriram mais uma vez, para a vingança de um perdido poder passar, para o sentimento oculto poder alcançar uma alma que já a muito esperava por boas palavras.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Simple como uma lágrima que corre, sem uma razão aparente, um sentimento rebelado contra a decisão ciente de ser feliz, é o que sempre pensamos antes de encontrar a mulher de vestido vermelho, que em sua beleza nos toma mais que alma, levando a hades tudo que já foi desejado por nós, a mais singela vida, que se perdeu por um fio de um destino

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Gigante, aprisionado em um mais profundo umbral guardado pela lua que ofusca a verdade, de tão preso se esquece de tua natureza, de tão caótico já deixou de ser livre. Nós o trancamos e por noites sem fim o torturamos para transformar de deus em um simples monumento a ignorância. Seja como deseja e com uma fração da grande estrela te libertas, fazendo de todos os pequenos nada e de teu feitio a liberdade perdida.



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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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