Apertado, escuro e o pior, sete palmos abaixo da terra, onde me encontrava agora ou parte de mim, pois parecia que o espirito havia saído e agora estava como um "eu" aquela casca, que só sentia a dor, de perder e estar aprisionado, sem um pingo de luz para iluminar, sem sentimentos calorosos para aquecer, naquele caixão só existia as trevas. Foi em meio a tal escuridão que algo se formou dentro de mim, que já sem coração parecia que o vazio tomava forma, fazendo a tormenta daquela casca algo tão forte que fazia os nem os vermes ou sequer a morte desejar-me. Cansado de sentir aquilo, só pensava como deus condenara um de seus filhos a essa tormente, agora algo preenchia meu peito, era o ódio, contra tudo aquilo que desde a natureza e deus criara, uma irá profana, que me obrigou a destruir o caixão e cavar, cavar como se aquilo fosse a única razão de existência.No fim do ultimo palmo de terra já encontrava uma terra úmida que parecia me motivar, e ao chegar a superfície olhei pare o céu negro que banhava a terra com um chuva amena Meu ego ali formado falava, que aquela chuva e o chorro dos céus, aqui desperto é o nova irá contra o divino.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
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