quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Espero que por mágica os faça minhas palavras alcança-lhes, já no meio do caminho estão sozinhas, sem ninguém para acolher-lhas elas se tornam rascunhos que ao vento nada produzem. Solidão, peço que as liberte, deixe o nada vê sua arte e contemplar a trivialidade do nosso ser, pois uma vontade fervorosa é só oque nos acompanha.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Enxarca meu corpo com teu vermelho, desde quando nasci somos irmãos e a ti que dedicou sua vida a minha, te dou meu sopro da vida. Prometo jamais te entregar a ninguém, outrem que deseje te ter, pois tua verdade é só uma ilusão nas mãos delas, tu que nasceu comigo e será eternamente oque sou, somos um e o querido pulsar que me desperta a cada instante é a prova.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Entre todos os gigantes, posso eu um pobre ladrão ter um lugar em teu reino meu senhor ?
Tuas origens já não importam, ao teu lado serei colocado e subiremos juntos como irmãos, lá nunca te faltara peixe, vinho ou pão.
Aceite-me, como João Lazarento me ponho a tua irmandade, somos unidos agora , pois me aceitates em vestes de igualdade.
Que se faça a luz, siga-me, o que vê lá agora são pobre mortais que não conhecem seu caminho, choro por eles, são cordeiros de um destino cruel.
Então a grande luz os preenche e o reino agora é o divino
Tuas origens já não importam, ao teu lado serei colocado e subiremos juntos como irmãos, lá nunca te faltara peixe, vinho ou pão.
Aceite-me, como João Lazarento me ponho a tua irmandade, somos unidos agora , pois me aceitates em vestes de igualdade.
Que se faça a luz, siga-me, o que vê lá agora são pobre mortais que não conhecem seu caminho, choro por eles, são cordeiros de um destino cruel.
Então a grande luz os preenche e o reino agora é o divino
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Seja aquilo que tiver que seguir, seus sorrisos sempre me alegram o coração, distanciando a harmonia, mas a companhia nunca é desvalorizada, a gargalhada que leva a descobrir o significado imerso das palavras. A você guardo facas sem pontas, pois assim brincamos e seguimos em frente, machucados são curados por um palhaço que acompanha a todos e assim o sorriso bobo nunca é desfeito.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Eles guardam em um imenso coração de pequenas mentiras,
vermes que corrompem levando todo belo a trevas. Os guardam tão fundo, que
quando se dão conta que comportava pequenas falhas já se tornou o ninho de
serpentes, é aí que a luz morre.
Destrói cada ponto de esperança, confina a
confiança em lugares encontrados somente por criaturas sórdidas, ao fim ele
sorri e vangloria ao vento suas perdas, a tristeza é sua maior deixa.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
As cores já não brilham e ela não entendia o porque revelavam somente o negro, até os deuses tiveram receio de seu pesar, um cruel fardo que teve de ser eriçado por alguém e ela foi a vítima. Bela Cintia, revogou a tua em nome de pequenos peões, suas funções nunca foram exercida, com a princesa vencida somente o final cruel aguardou ela.segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Ela procurava furiosa em sua ignorância, até que o caos resultou em uma relutância, o seu amor deixou algo profundo seu peito e ele nunca foi eleito. O laço foi dado a outro homem, cujo o renome o levou a tal, sem nunca ama-lá, porém por orgulho não desejou renuncia-lá, o céu chorou no dia em que se declararam e o outro já todo desfeito encontrou um fim em uma queda longe da amada. domingo, 17 de fevereiro de 2013
Em meio ao nevoeiro ele jamais enxergará, a sua irá irrompeu
em trevas que sua mente jamais saíra, o destino de quem quer comprar o destino,não imagino fim
mais trágico a tão fino homem. Seu ouro não o precedeu e nenhum ser divino o
recebeu, irrompeu em fúria e angustia, vivia a custa do seu nada e um dia em
larvas se banhou.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Falsos Arco-íris guardastes dentro de ti, espero que te
afogue neles juntos com tuas angustias e esperanças que proclamas, porém são
falsas. Pobre boneca que de tanto se enfeita, mas não tens vida, então vide seu
fim, poupe-te dessa crise de Pinóquio que te assolas e deixas teu coração
residir na caixa de madeira.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Pesada era sua mão, sua arma carregava os pecados de milhões
de almas morrendo sem misericórdia, até quando ficou sozinho em seu trono de
corpos, olhando a um horizonte
percebendo que já não tinha nada. O infinito o preencheu por eras, só as
guerras o acordavam, então não percebeu um pequeno broto que crescia em sua realidade. Quando acordou novamente, viu um bela árvore a sua frente,
sentiu a vida emanando dela, não havia destruído tudo que seus olhos podiam ver,
seus instintos acordaram novamente enquanto levantava de seu trono e ia em
direção a árvore.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Meu nome é Helick, dezessete anos, faço psicologia em uma universidade,tenho uma face constante de aluno relaxado, com cabelos emaranhados e negros, olhos castanhos e pele clara, meu peso e altura são medianos. Meus Hobbies são sonhar, escrever, jardinagem e resolver problemas para Calie , esses registros foram a úncia coisa que deixei para que caso eu não voltasse de alguma viagem que fiz.
Quando eu era criança sempre fui acostumado a sonhar muito, via várias fantasias minhas e também mundos diferentes e coisas inimagináveis, sempre evitei compartilhar isso com alguém, era um hábito meu, pois uma vez meu pai me falou , que se nós contássemos nossos sonhos, eles não se realizariam, então passei a guardar meu sonhos com estimo, esperando eles se realizarem. Assim eles se tornaram meus tesouros. Conforme ficava mais velho percebi que perdia a memória deles com o tempo, então passei a anota-los, como sonhava com vários mundos o chamei o diário de "Manual de Viagens".
Eu estava voltando sozinho para casa depois do trabalho na pizzaria, fazia o mesmo caminho rotineiro pelo centro da cidade, nesse dia eu estava depressivo, minha namorada havia terminado comigo novamente, estávamos em um vai e voltar a mais de seis meses e toda vez algum de nós arrumava uma razão para terminar, porém dessa vez parecia definitivo. Quando achei que o mundo não poderia ficar melhor, poucas gotas de chuvas começaram a cair, foi então que comecei a correr para chegar logo no ponto de ônibus, tarde demais, logo a chuva era muito forte a ponto que não conseguia nem mais vê nada mais adiante.
Parei procurando uma loja para entrar e escapar da chuva, quando vi uma pequena loja de plantas e jardim , então fui até lá. Ao entrar percebi que era uma forma de estufa , lá tinha todo tipo de planta, porém o mais emprisionante era o centro dela, tinha uma árvore imensa, não sei como aquilo existia no meio da cidade, mais era incrível olhei para o céu e percebi que não estava chovendo lá, então fui até fora da olhar e percebi que a chuva continuava, aquilo era estranho.
Me aproximei da árvore grande, ela era bela, tinha a altura de um prédio de no minimo 5 andares, seu troco parecia emanas uma vitalidade e seus folhas parecia esculpidas, só existia ela no meio do jardim. Depois de admirar a árvore e toda a cúpula, que parecia ter todo tipo de planta, resolvia tirar um pequeno cochilo na árvore, então sentei e apoiei minhas costas na árvore.
Percebi que estava dentro do meu sonho, lá só me sentia sendo elevado por entre filamentos dourados de luz, era magnifico, pareciam haver telas que mostravam a realidades enquanto passávamos em uma dela vi rapidamente meu corpo dormindo perto da árvore e quando me dei conta eu estava entrando em uma das imagens, parecia uma guerra, foi quando comecei a cair.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Hoje eu convidei Sakan para conversarmos, sua perspectiva sobre Saha me intrigava, suas descobertas poderiam guiar-me a conhecer mais Saha. Quando Sakan chegou logo nos acomodamos e começamos a debater sobre assuntos mais supérfluos em meio a tais um deles conseguiu chegar até nosso protegido, ambos mudamos de postura. Conforme Sakan falava entendi melhor a existência de Saha, porém ele me intrigou com uma nova discussão que haveria de me perturbar.
A questão dada por Sakan envolvia a polaridade de Saha, isso acompanhava a maioria dos animais e os guiava a produzir novos deles. Deuses tinham polaridade porém era algo diferente, já que a nossa representava somente somente a natureza do eramos, porém se Saha possuía essa natureza animal dotada de polaridade latente, então ele precisaria de algo que o fizesse despertar tal.
Nós podíamos fazer oque quissemos dos planos superiores, porém eramos limitados a esse contato que não poderia existir, um deus não poderia server de polaridade oposta a um animal, pensando nisso decidi ir para o lado de Saha, ele precisava, ao menos me convenci disso, para um deus assumir totalmente o plano animal era uma escolha difícil, era abrir mão da magnitude dos deuses, mas olhando para meu protegido eu perdia as dúvidas.
Nesse dia fui até Saha e me falei adeus a ele, sem explicar, ele conhecia a nossa natureza desconexa, porém demostrou um afeto que lembrou-me o porque de eu estar abrindo mão dos planos divinos, então só o deixei com acordos distantes.
Me retirei ao local que eu havia me manifestado primeiramente, em que tive o nascimento divino e lá eu me envolvi nas vibrações de polaridades opostas a Saha, enquanto continuava em sua forma. Lá continuei até perder os traços superiores, então somente segui a metamorfose, ao final já não era mais Anauk, me tornei um brilho novo, passei a ver as coisas como Saha, agora eu era Alerim, a que o completaria .
domingo, 10 de fevereiro de 2013
O mesmo céu que hoje olho sei que vou compartilhar com você, deixo todos os meus defeitos nas portas das outras, guardo para ti só um verdadeiro, o pequeno que me segue e se ele entenderes seremos felizes em uma medida que nem mesmo a tristeza poderá ver um fim.
PS: Sei que está distante de mim, mas jamais vou deixar de ter amar, sabe disso também como sei, quando eu te ver desejo prometer que seremos o mundo.
Pequena abelha, que de poucos constrói seu lar, deixa em teu coração colocar a palavra amar, que com você aprender o significado de amedrontar, ao ver um simples olhar triste resplandecendo no rosto de quem ama. Então Melissa, a flor que dedico a ti guarda o brilho do paraíso que um dia fico quando me amares, se um dia guardares minhas palavras espero que diga isso em voz alta lendo essa mensagem.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
O eremita que um dia se calou, jurou que a partir do dia de sua morte jamais se referiria a ninguém e passaria a viajar por campos gélidos, amando os certos e errados que a vida de nômade o traria. Em sua montaria jamais olhos para baixo, honrando os que estava em cima, sua vida jamais inclina e feliz são os que seguem a doutrina da verdade.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Como mago me recuso a ouvir os sussurros da noites, trevas que habitam o sol, definições incompletas e incoerentes dos esquecido, bano vocês do transcendente tempo em que desperto, do segundo em que emerjo do relâmpado dourado, sou a força incontrolável, fúria sábia, a destruição que incansavelmente conduz até o poço da vida, como minhas últimas palavras te destrono Kile.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Implacável é o torpor que me abateu, uma tamanha angústia que costurou aos fundos de minha existência novas dores, quais são esses horrores ?. Sei que como testemunha de minha de minha derrota ainda guardo os versos perdidos, que a calamidade de uma doença de me corroí são embelezados em lágrimas, oh dádiva.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Sinto-me petrificando, como se o olho da górgona houvesse pairado sobre mim, cada célula se mortifica com a ideia que tem, o maior de meus umbrais toma uma forma sombria, a dama. Uma mulher devassa e sei que sua lua tende a me moldar, fazer oque sinto transparecer, então prender-me em expressões humilhantes, quão maçante é o futuro que ainda devo enfrentar ?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Saha e Sakan
Saha possuía um brilho que intervia nos planos, algo que nunca vi deuses fazendo, ele instigava a mudança. Decidi chamar meu companheiro para conhece-lo, se alguém pudesse determinar oque era Saha era sua sabedoria. No dia que Sakan apareceu ele estava na forma de um lobo gigante, logo eles estranhou minha forma desconhecida, ele se julgava sábio por conhecer toda a criação, então uma forma desconhecida isso o instigou.
Logo chamei Saha para vim ao nosso encontro, ele agora estava rodeado de animais, parecia que eles eram atraídos pelo seu brilho. Ao ver Sakan ele logo reconheceu que ele era semelhante a mim, os nossos olhos não mentiam, Sakan ficou maravilhado, olhou aquela forma e entendeu o porque da minha, aquele ser parecia uma presença diferente de tudo, de nós. Após interagir com Saha, Sakan logo o reconheceu como seu companheiro e o deixou gozar de privilégios de suas companhia que a maioria dos deuses nunca alcançava.
Logo não quis mais dividi-lo, quanto mais tempo Saha passava com Sakan menos eu o tinha, o queria em meus braços de novo, na época não notava o qual novo era oque eu estava sentindo. Saha estava debatendo com Sakan a respeito das estrelas, ele nunca ido além do céu, mas sua mente era capaz de se aventurar nas estrelas, me impressionei assim como Sakan, que tinha sua vontade estimulada a cada novo debate, Saha já havia nos conquistado com seu pensamento além.
Após milhões de debates, vi que agora Sakan, estava na mesma forma de Saha, vestido como aquele belo ser, que estava entre animais e deuses. Conforme debatiam desejavam mais opiniões, então mais de nós foram chamados ali e conforme discutiam a forma de Saha parecia tomar conta de todos, o admirando e conquistando. Diferente dos outros animais Saha fora conservado em sua forma mais poderosa, ele tinha a atenção de todo deus que conhecia assim nenhum de nós desejava que Saha sofresse males dos outros animais.
Conforme Saha conhecia outros deuses, eu o queria mais para mim, assim como os outros o queriam, era uma forte vontade compartilhada de ter sua companhia. Logo os deuses discutiam para saber quem debateria, quem teria a companhia de Saha, ele se tornará um tesouro entre os deuses, agora todos assumíamos a forma de um mesmo animal.somente para nos aproximarmos dele.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Anauk e Saha
Era a idade de Ouro, todos os tronos reluziam, tudo poderia ser criado e o espaço era infinito, guerra ? nunca havia existido, um local onde os deuses gozavam da mais pura paz, o começo dos tempos. Nessa época não existiam humanos , não conhecíamos formas de vida dessa dimensão, para nós, criar os animais era só um passatempo, porém um dia em meio a uma explosão em uma galáxia distante veio em direção ao nosso planeta como uma bola de fogo brilhante, um pequeno sol, em que dentro habitava um ser que nunca havíamos visto antes.Ele era pequeno, parecia um dos nossos animais em sua forma mais nova, só que não possuía pelos e seus olhos, tinham um brilho como o das estrelas, igual como nunca vimos antes.Naquele Aeon nossas formas eram variadas, assumíamos muito a de animais quando intervíamos em planos mais baixos, então eu assumi a de uma grande fêmea chimpanzé que se assemelhava a de um animal parecido com ele, então cuidei daquele pequeno ser.
Não mostrei ele para nenhum outro deus, considerava aquele ser meu tesouro, sabia que era único, notei que os cuidados que ele precisava não eram diferente dos símios, ele só não tinha pelos, só que diferente dos outros animais conforme ele crescia, ele começava a se aproximar cada vez mais de mim, eu estava espantada, ele estava aprendendo.
Suas primeiras palavras foram -Anauk, era como ele me chamava, agora ele começava a andar em duas patas, as vezes tentava me imitar, mais parecia que ele não havia sido feito para andar como símios decidi tentar aprender mais sobre aquele ser, então fui mudando minha forma a semelhança dele, queria entender o que era aquilo, aquele brilho que jamais tinha visto nos olhos de deuses ou animais.
Vi que ele merecia ser chamado de algo, porém não conhecia nenhum nome para tal criatura, pensei nas estrelas e na forma como ele veio, então o chamei de Saha, significava brilho desconhecido. Ele continuou a crescer e conforme ele se desenvolvia, eu o acompanhava, ia mudando minha forma para se adaptar a dele, agora já conversávamos Saha parecia um deus agora, mas tinha algo diferente, seus olhos não brilhavam como os nossos, as vezes ele parecia tão limitado, porém parecia que aquilo o instigava a ir além.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
E ele queria mandar, ordenar era seu destino, como um empecilho ele decidiu ouvir, ruiu por não saber mentir. Pequeno ele se encolheu e entre os muitos ele conheceu, do fogo ele comeu, da sina recebeu. Sabedoria mandou, agora só existiam palavras de amor. Reconheceu o sino, entendeu o divino, passou a dar avisos, mas ninguém queria o sem sentido. Sozinho penou, sobre o deserto corou, no fim amou e despojou de seu lado humano, hoje ele era um santo.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Era ele tão insensível, que jamais se recusava a sentir.
Era ele tão tolo, que jamais se recusava a seguir.
Era ele tão simples, que jamais deixava de agir.
Tão ele, porém sem ele, que sabia que o vazio existia ali
Sonhou tanto que pensou em desistir.
Perdeu tanto e falou que seu lugar não era aqui.
Desejou um FIM.
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