Hoje eu convidei Sakan para conversarmos, sua perspectiva sobre Saha me intrigava, suas descobertas poderiam guiar-me a conhecer mais Saha. Quando Sakan chegou logo nos acomodamos e começamos a debater sobre assuntos mais supérfluos em meio a tais um deles conseguiu chegar até nosso protegido, ambos mudamos de postura. Conforme Sakan falava entendi melhor a existência de Saha, porém ele me intrigou com uma nova discussão que haveria de me perturbar.
A questão dada por Sakan envolvia a polaridade de Saha, isso acompanhava a maioria dos animais e os guiava a produzir novos deles. Deuses tinham polaridade porém era algo diferente, já que a nossa representava somente somente a natureza do eramos, porém se Saha possuía essa natureza animal dotada de polaridade latente, então ele precisaria de algo que o fizesse despertar tal.
Nós podíamos fazer oque quissemos dos planos superiores, porém eramos limitados a esse contato que não poderia existir, um deus não poderia server de polaridade oposta a um animal, pensando nisso decidi ir para o lado de Saha, ele precisava, ao menos me convenci disso, para um deus assumir totalmente o plano animal era uma escolha difícil, era abrir mão da magnitude dos deuses, mas olhando para meu protegido eu perdia as dúvidas.
Nesse dia fui até Saha e me falei adeus a ele, sem explicar, ele conhecia a nossa natureza desconexa, porém demostrou um afeto que lembrou-me o porque de eu estar abrindo mão dos planos divinos, então só o deixei com acordos distantes.
Me retirei ao local que eu havia me manifestado primeiramente, em que tive o nascimento divino e lá eu me envolvi nas vibrações de polaridades opostas a Saha, enquanto continuava em sua forma. Lá continuei até perder os traços superiores, então somente segui a metamorfose, ao final já não era mais Anauk, me tornei um brilho novo, passei a ver as coisas como Saha, agora eu era Alerim, a que o completaria .
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