quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Louca como sentes meu pulsar e o amor fluindo, persegue-mês até arrancar o coração, que tu devoras, devoras com tuas palavras ácidas e seu pensamente tolo, que toda vez que tentam fazer razão só o rasgam em moção a tua embriagues de paixão.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Quando esperamos uma faca, um dor, porém tudo acaba por ser uma flor, doce sorriso jovem que ilude com bondade. Macia pele que alimenta os desejos, porém mente perdida que afasta os amores. Te perdes em tantas lamúrias quanto fazes alcunhas contra teus irmãos. Pobre daquela rosa que destes sem saber, sem esperar o ódio a receber pelo nada.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Ato de mestre pensando ser deus, um universo falso, que tu guardou teus pesares, tolo que deseja a soberania sem ver a felicidade da humildade. Cede a vida a eles, pelo caminho que os tolos tem de cair, sem induzir ao errado, pois a verdade é que o presente, o certo além das fronteiras da dualidade.
domingo, 28 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
O resto do dia passou normal, depois da professora me marcar
os outros pareciam ter pego metade das más opiniões, fiz amizade com o pessoal
da frente, a escola tinha começado esse ano, ninguém se conhecia, oque facilitava
fazer amigos. Tirando os acidentes diários como o bebedouro espirar água na
minha cara e ter esquecido de levar qualquer dinheiro para o lanche.
Quando a escola acabou o desespero tomava conta de mim, mais
precisamente do estômago, esse justamente estava infeliz, em jejum até as três
horas da tarde não era fácil, tenho certeza que no tempo que eu quase desmaiava
na classe e acabei dormindo mais alguns professores não gostavam de mim.
Estava voltando para casa na maior velocidade que um morto
de fome conseguia, arrastando um pé na frente do outro, foi então que comecei a
pensar sobre as garotas bonitas da sala, isso me custaria a vida. “Será que eu
tinha chance com elas” pensando sobre
isso acabei esbarando sem querer em alguém, Quando fui perceber quem era só
olhei de relance “desculpa” falei, ele olhou para mim, e pegou no meu pescoço,
tão rapidamente que não havia percebido, ele me levantou usando somente seu
braço esquerdo e começou a me enforcar, ele era alto, e forte por me levantar
daquela forma, tentei me debater, não conseguia, foi então que ele falou adeus,
ouvi um estalo, então tudo ficou simplesmente negro.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Se existe algo que me define seria tipo, hora errada,
momento errado e todo o resto aí vai, o resto é sorte. Começou desde que nasci no pior dia possível,
29 de fevereiro, mais também dentro de
um taxi, em uma viagem turística dos meus pais, onde por milagre no meio o engarrafamento
tinha um taxista que já fora parteiro em sua cidade natal, seu nome era Angelo,
o nome que também me deram em homenagem a ele.
Depois de nascer dessa forma as coisas não melhoraram,
brincar com cachorros com raiva que estava passado, desde ser raptado no lugar
de algum filho de politico famoso, atropelado e tudo isso tirando as minhas tragédias
amorosas, todas as garotas que já gostei me largaram por alguma coincidência
absurda, desde mensagens que me mandaram por engano, já aconteceu uma vez que
tive sorte de borrifarem amostra grátis em mim e minha namorada dizer que eu estava
traindo ela com outra.
Pequenas coisas as vezes, mais esse momento errado sempre me
definiu, pensava como um garoto como eu havia sobrevivido aos 16 anos. Todas essa
desgraças me ensinaram somente algo bom, que sempre ficava pior, então o
presente sempre era o melhor, aprendi a sorri pelas vezes que não perdia o ônibus
ou quando uma garota sorria pra mim, não por um cocô de pombo acabará de cair
na minha cabeça mas porque ela me achará “bonitinho”.
Dia normal, eu estava acordando, pensei que o dia podia ser
bom, após ver o relógio que ficava ao lado da minha cama eu não tocar mudei de ideia,
já eram 8:50, tinha 10 minutos para chegar na escola no primeiro dia de aula,
isso depois de arrumar as coisas, banhar e sair, comer ? não, isso é para os
fracos, que não tem que ir correndo para a escola. Depois de uma arrumação
desesperada, com direito a um chuveiro queimado e um banho de água fria, comecei
a correr para a escola, agradecendo por tal ser perto de casa.
Bom dia para atravessar a frente da escola correndo, com um
caderno embaixo do braço e um uniforme molhado pelo meu cabelo. Tinha poucos
estudantes, nenhum em um desespero tão grande como eu. Quando cheguei na
entrada, era uma catraca simples, lembrei que havia esquecido o meu cartão,
olhei pros lados e o segurança estava me encarando com uma maldita cara feia,
se é que era possível uma pior que a dele normal.
Foi quando fiquei sem saber como entrar na escola, se
falasse que esqueci meu cartão e ainda me atrasei levaria uma bronca, nessa
minha indecisão só ouvia as reclamações de “cuida”, “eu vou em atrasar ainda
mais”, “anda idiota”, era bem inconveniente três catracas, duas quebradas. Foi
quando vi um barulho, olhei pra trás alguém parecia que tinha pego uma queda
feia, eu só via vários livros espalhados, o segurança foi ajudar a pessoa em
meio a bagunça, “chance” pensei, me agachei e passei pela catraca.
Quando passei o sino bateu , era pra eu estar em sala de
aula, não deseja de maneira alguma pergar advertência no primeiro dia então
pensei se saísse correndo em direção a sala poderia me safar. Lembrei que não
se podia correr, isso não me impediu muito. Foi quando apareceu na minha frente
uma mulher segurando uma pilha de papéis, só tive tempo de tentar parar,
tentar, esbarei nela e só vi os papéis voando, eu estava atrasado,
“desculpa “ falei e continuei correndo.
Quando cheguei e abri
delicadamente a porta da sala de aula com medo da professora, só vi os alunos
descontraídos, alguns conversando, a professora não havia chegado.
“Sorte” murmurei enquanto observava a sala procurando um
lugar, só encontrando um logo na frente, na segunda fileira, quando ia virar
para trás para tentar conversar com alguém a porta da sala se abre. Acho que
era a professora, ela estava meio bagunçada, como se tivesse caído, lembrei da
mulher que esbarei, ela era a professora, achei conveniente colocar o o caderno
na frente da cara, esperando que por alguma razão divina ela não me
reconhecesse.
Ela chegou e colocou os papéis na mesa e cumprimentando a
turma, ao escrever no quadro seu nome, Senhorita Winter fairyle. Até lá eu
continuava invertendo entre me esconder atrás do garoto na minha frente e meu
caderno. Ao falar um pouco dela, ela
falou que era a professora de português, foi então que ela falou que iria fazer
um teste, que era pra um aluno entregar tais enquanto ela fazia a chamada. Acho
que bastou ela olhar meu nome para ela escolher o voluntário, levantei com o
caderno na cara, fazendo parte da turma começar com risadinhas, foi então que a
Srta Winter tinha que pedir para eu abaixa-lo.
Foi então amor a primeira vista, “ você ela disse” acho que
se professores ainda pudessem agredir aluno eu teria sofrido um espancamento
ali mesmo, não quis ficar parado esperando ela ficar com mais raiva, peguei
rapidamente os teste e comecei a distribuir, enquanto sentia o ódio em sua voz
a cada nome da chamada soado, o semestre começou e eu já era marcado por uma
professora, quando estava fazendo os teste se eu olhasse para o lado era
fulminado com um olhar e um reprovação, jurei por um segundo que ela queria
jogar algo em mim.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
É um garotinho, pequeno e tristinho, escreve versos dedicando ao mundo. Mostrando sem filtro sua emoção. De assas elas abaixaram e sem a glória ele se acalentou, a dor de perder o sue lugar seria melhor que tal ser invadido pelo tolo rei. Enforcado se encontrou, o rei perguntou " Cadê ? O jardim que tanto cultivou ?", o garoto então chorou, " ele não pertence a ninguém, só a quem encontra o caminho", com desprezo então o rei o deixou, só uma criança ele pensou, então quando virou novamente viu que aquela criança o tudo produziu, em um deslumbre sumiu. O rei pensou, que não tardaria ela voltaria, que se por dor ele não a arrancou o caminho será por faze-lo tolo que terá seu pequeno fascino.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Contemplar aquilo que está distante, sendo o instante passageiro, será que em algum segundo vou poder te tocar ? o de novo passa a ser o lugar para que o coração vai quando estamos longe. Dor já divisou oque achava sobre você, te querer mais que o respirar e viver passou a ser rotina escrevo isso que pra ti um dia eu possa te amar em silêncio Camila.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Jovem caçadora, regada pelo brilho da lua, te persigo como um sátiro, te desejo mais que a qualquer ser, só tu conseguiste caçar meu coração e ter minha alma. Tua inocência me completa como ela é bela, já que só ama a vida, trazendo a morte ao imperfeito. Tem na ponta da tua mão a vida e em teu coração a escolha, já me deixei a ti a tempo e agora o tempo somente ocorreu de apresentar a escolha a ti. Tua maior aventura em troca de deixar o tempo te tocar, o maior preço a pagar, pelo maior presente.
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
gotas que alcançam a lua, em belo fluxo cristalino,homem agora animal, perdeu seu fascínio. Honra ainda lhe guarda, porém com uma pele esverdeada não vale nada, ainda derrama lágrimas, pois assim ainda sabe isso ainda passa. Uma coroa, não mais o agrada, quando só um andar já o capturara, simples som que faz, deixa a desejar, pequeno e impotente. O quente tende a buscar, onde a brusca respiração há de encontrar, em que o verde e o vermelho vão se mistura, criando um brilho prateado que irá transmutar as correntes da ilusão em um paradoxo do coração.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Paixão como a faca na mão, apunhala quem mais gosta, enquanto perfuramos seu coração, lágrimas descem de emoção, empatia pela sua dor, olhos cegos de torpor "Gota escarlate, revele-me qual é a verdadeira essência de um coração partido", diz o indulgente segurando a faca, ela geme, enquanto fala ' é da a quem nunca mereceu".
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Encontro com você em uma morada desconhecida, banhada por luz, feita da mais pura matéria. Onde se encontram os corações de verdadeiros amantes, nesse castelo o amor é inebriante, nos levando ao mais belo êxtase, uma transcendência humana alimentado pelo paradoxo da vida dual, você é o meu amor e eu seu mal.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Cidade escura pintada em tons de violeta, qual escarlate é o teu produto, cristais de sal se derramam cada dia em teu chão, não compreendes o valor deles. Jogo feito por cegos que torna o amarelo tão próximo do ideal, mal sabem que o azul de um céu agora não existe e o verde de matas é somente um sonho. O prateado metal que a cobre, que reflete tons escuros, como cada beco teu tem vida, mas a torna mais triste, somente o trisque de luz acorda, mas agora tudo oque resta acima de vocês é mentira. Riria se o olhar de cada ser nesse local não trouxesse o brilho negro do abismo. O branco dessas páginas passa a ser somente o consolo para um escrito fora de seu tempo.
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Somos colecionadores egoístas, que guardamos em nossos corações somente o pior, deixamos o melhor de cada sorriso enclausurado em algum canto da alma. Se dizendo sensato todo bobo cresce, esquecendo oque deixou para trás, somente o sábio os guarda, sem remorso, só com um sorriso no rosto, se podemos resgatar mágoas porque não alegrias.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Desde que sou, contentei-me ao nada, abraço o vazio, pois ele me acalenta. Passo a ter somente o abismo, porém lá no fundo dele encontrei a verdade que somente os alados compartilham, a que somos tudo, o completo que caminha perante a Terra, por mais da errante dualidade ainda guarda sua exuberância, o maior paraíso se encontra onde todos se perdem, assim poucos encontram o Edem celestial, quando não somente vão ao inexplicável quando sua essência primeva esvazia, sem saberem se viveram ou somente se alimentaram de vida.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Amparado somente pela parede vejo que novamente ele obteve seu sucesso, matou qualquer dúvida de sua consciência a embriagando com o excesso, agora encostado em um canto qualquer, buscar se esquentar e clamar por ela, o ser que deu sentido a sua existência e depois o abandonou em demência, vendo tal somente o dou aquilo que oque passo limita, um cobertor que o apazigua a mente e faz sentir um calor de um amor fraterno
domingo, 7 de outubro de 2012
Fruta dos deuses, que aos que desejam são nutridos pelo florescer eterno, oh que belo, é a mulher que em seus jardins colhe as maçãs, que dentre tais frutos se sobressai em uma beleza que é maior que a natureza, o mundo fica sem conhecer maior exemplo de amor como o que sinto por ela, que por mais que tão perto porém tão distante possuí o meu amor obstante de dúvidas, só a ela darei os frutos para manter puro seus brilhosos olhos cor de mel.
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Irmão que jura de honra, proteger a integridade mostra a beleza de ser um um com a família, alegre sentencia o amor e alegria, infiel é aquele que nega o sangue e se rebela contra a bela vida. Faz o amor parece frágil, o ardor ser impossível oque se pode ganhar achando que se menospreza deus ? como um tolo se enganam que no final somente abandonam a vida com uma moral desgastada e escuridão na alma.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Seca os céus, o sumo da terra agora morre, sejam abençoados os deuses que lhe tiraram a vida para o conforto, absorto se encontra o pobre que dedicara sua vida de tola ao espojo de tais mentes. Latente é a vontade que sobe do pé rachado de tal escravo dessas absoltas idéias que um dia povoaram sua mente. Deuses agora mentem e o tolo decide tomar por desgostos tais seres mais humanos que ele. A revolta criou o Caroma, que destinou a fazer de um Caos a ordem, assumindo um papel mais duro que qualquer um que já ousou amaldiçoar os céus.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Apertado, escuro e o pior, sete palmos abaixo da terra, onde me encontrava agora ou parte de mim, pois parecia que o espirito havia saído e agora estava como um "eu" aquela casca, que só sentia a dor, de perder e estar aprisionado, sem um pingo de luz para iluminar, sem sentimentos calorosos para aquecer, naquele caixão só existia as trevas. Foi em meio a tal escuridão que algo se formou dentro de mim, que já sem coração parecia que o vazio tomava forma, fazendo a tormenta daquela casca algo tão forte que fazia os nem os vermes ou sequer a morte desejar-me. Cansado de sentir aquilo, só pensava como deus condenara um de seus filhos a essa tormente, agora algo preenchia meu peito, era o ódio, contra tudo aquilo que desde a natureza e deus criara, uma irá profana, que me obrigou a destruir o caixão e cavar, cavar como se aquilo fosse a única razão de existência.No fim do ultimo palmo de terra já encontrava uma terra úmida que parecia me motivar, e ao chegar a superfície olhei pare o céu negro que banhava a terra com um chuva amena Meu ego ali formado falava, que aquela chuva e o chorro dos céus, aqui desperto é o nova irá contra o divino.
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