Desde que sou, contentei-me ao nada, abraço o vazio, pois ele me acalenta. Passo a ter somente o abismo, porém lá no fundo dele encontrei a verdade que somente os alados compartilham, a que somos tudo, o completo que caminha perante a Terra, por mais da errante dualidade ainda guarda sua exuberância, o maior paraíso se encontra onde todos se perdem, assim poucos encontram o Edem celestial, quando não somente vão ao inexplicável quando sua essência primeva esvazia, sem saberem se viveram ou somente se alimentaram de vida.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
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