gotas que alcançam a lua, em belo fluxo cristalino,homem agora animal, perdeu seu fascínio. Honra ainda lhe guarda, porém com uma pele esverdeada não vale nada, ainda derrama lágrimas, pois assim ainda sabe isso ainda passa. Uma coroa, não mais o agrada, quando só um andar já o capturara, simples som que faz, deixa a desejar, pequeno e impotente. O quente tende a buscar, onde a brusca respiração há de encontrar, em que o verde e o vermelho vão se mistura, criando um brilho prateado que irá transmutar as correntes da ilusão em um paradoxo do coração.
sábado, 20 de outubro de 2012
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