quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Fera movida pela guerra, que aos dentes tem dilacerado a vida, em uma carniça que um dia já foram valorosos homem. Jurei minha vingança em seus olhos pintados de vermelho, te terei abaixo dos meus pés e vestirei tua pele como troféu Lobo do Caos. Filho de Fenir que encontre a dor pela ponta de minha arma, enquanto eu a direciono a tua face, te faço respingar vermelho escarlate. Com uma vingança e a agora com toda esperança que um herói é, fico em um trono feito dos ossos de todos aqueles que dividiram bebidas e chamaram-me de irmãos.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Entre decompostos sinto o perigo, desejamos ter livre arbítrio, mas o amor no foge.Entre o passado e o ar de forte, preferimos viver em uma descrença, doenças tristes que se espalham a cada farfalhar, poucas coisas que nos fazem querer incitar uma chama de rebelião em mentes inertes, começar novas pestes, destruir para criar, fazer o universo se renovar.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Sentir perde-se entre oque já conhece, o pior tipo de morte me acompanha, pois o desgosto da inferioridade tende a me assolar, demônios que sobrar desagrado em meus ouvidos não se calam. Eles não conseguem, minhas mentiras os impulsionam os elevam, por isso abdiquei de ser algo, hoje sou o nada verdadeiro.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Velhos hábitos de cenas repetitivas, padrões usados e sistemas errantes, como ainda existe esperança ? porque essa doce ilusão ainda não me deixou ? apodrecer parece melhor escolha que só sentar e esperar todos decidirem oque irá acontece ao respectivo inconstante de cadeiras dançantes de nossa vida.
sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Turbilhão de seres e memórias arrastam os arredores, perdido em meio o nada \não sei onde me segurar, sem base sou somente tragado pela ventania desgovernada da tempestade da vida. Questiono a justiça por traz da natureza, seja pela sua predestinação que nós faz pisar o mesmos passos na areia ou por aquelas que nos lançam longe de nós mesmos.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Se o passado de tudo estivesse perto porém distante, entre os terríveis paradoxos do nada, então eu poderia ter-la , em todos os mundos e realidades você me completa, cada sorriso dado que achei diferente, só você, a flor que conserva a beleza do sol poente poderia mostrar-me o infinito delimitado por sua beleza.
domingo, 20 de janeiro de 2013
O segredo está no silêncio, ofensa não desferida, eco na mente daqueles que a harmonia não habita, deixe suas palavras viverem em corações, emoções que devastadas façam emoldurar o nada, discursos de pura farsa, faça algo que ao olhar para traz o faça querer retornar, ao para lembrar de si mesmo da forma mais pura que um dia foi.
sábado, 19 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Luz que brilha lá no fundo e anuncia a vinda de planetas misteriosos em sonho desejo despertar-te, ao teu lado quero a harmonia, a luz que só existe em tua presença. Dourado que passa entre minhas mãos, peço que chegue a aqueles que precisam, a união tem de ser sagrada pelo bem das novas testemunhas.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Fui um herói sem poderes e sem nada fantástico, somente com
uma responsabilidade, algo confiado e passado de geração em geração, um senso
ético, que se colocava acima de qualquer moral, uma vontade de ir adiante, de
superar qualquer barreira, então com essa vontade que faço o melhor para meus
irmãos e continuo a linhagem daqueles que desejam salvar vidas por sua
redenção.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Uma folha de papel contém mais emoção que ele, após ouvi
esse comentário percebi, eu não era nada, um vazio, o branco da vida. Desespero
? dispenso, por ser o branco o nada me consome, com isso só o vazio aumenta e
continua a se expandir em mim, eu sou ele, não posso negar, porém sei que
também posso pintar o meu mundo de novas cores e formas tons antes nunca vistos.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Entre o louco e perfeito, fico com aquele que mais me
agrada, o sorriso menos sincero é pior que a face séria que desagrada com sua sinceridade,
são só fotos, mais prefiro aquela que somente aceitei o presente, segui em
frente , vendo que fazia tudo e ao mesmo tempo nada, com a consciência menos
que um pingo despertada, porém melhor que adormecida.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Mergulho em direção ao belo azul, levantando sinto todo o
mundo mudar, uma nova forma de pensar cada vez que quebro a parede d’água. O
profundo sentimento de união que ela me traz, lembrando daquilo que um dia fui
capaz, flutuo em sua tonalidade, o sol antes tão distante agora que ilumina em
sua beleza, será ele também deseja um amor ?.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
É o amor ? Onde ele se encendeu ? onde es~toa s promessas juradas e agora desfeitas, o sangue derramado das virgens, o carnal em suas primeiras origens Rogo as deusas da beleza e sabedoria, onde o amor se escondeu ? em que canto de seus corpos foi guardada a semente da nova vida ? a inspiração das paixões ? e a destruição de belas nações ? onde está o amor ?
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Iris de tua deformada, impiedosa com os que restam, caro artesão da carne, criador das mil bestas e belezas existentes, te pedimos enquanto tua metamorfose se completa e tua maldição ainda te leva ao poço, que devastem a imperfeição, desenvolvam dentro de si a imagem do criador mais que imperfeito que os guiou ao fundo de seus reles existência.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Frio, o abraço mais doloroso da mãe natureza, que congelava até os nossos pensamentos, senti uma morte cruel e estática, inevitável porém eterna, pois o frio que me retirava a vida sei que guardaria a semente dela que existe dentro de mim, assim como o maior nunca seria limitado por tal devastação da natureza. Ao fechar dos olhos somente rendo-me, em meio a tremores, até mesmo os odores mais fétidos congelaram, sem esperança sou um nada, agora somente parte dessa obra.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Abduzam e usem nossos ossos de entalhar, entoem por nossos corpos suas canções crueis e façam a loucura beirar a então fascinada mente, porém a alma do guerreiro sempre continuará latente dentro de nossas mentes. Somos oque somos, unidos ou não ainda guardamos uma indentidade maior daquilo que fomos um dia, então logo tu se ajoelhará para a força de vontade que já devastou civilizações inteiras, não é a tua que escapará com vida de tal ousadia, caro ser.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Sinto como se já tivesse nomeado cada canto dos sete mares, soubesse o nomes de todos os ventos que passam, que infortúnio, sentir que o novo não avança ou que a ele minha mão não alcança só traz uma inércia plena, prende em minhas engrenagens a vontade de parar o tempo. Desejo ver por mil lados o relento que cai, a mocidade que vai e o puro coração da ilusão se desmantelar em doenças. Por mais impuro que seja o mundo queremos ter ao menos um segundo pleno, para que mudemos.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A quietude de sua mente fora abalada por uma voz profunda que o ecoava por sua cabeça, você agora será o nada, de tudo oque conquistou não lhe terá proveito, somente sua maldição o acorrentara ao destino feito, somente a morte não seria boa o bastante para você...Lucius.
Lucius acordou sabendo somente seu nome, o único conhecimento que parecia lhe ser permitido, ele estava no meio de um um riacho, não sabia como, sua inocência tornava isso mais fácil, abaixou e olhou para água, como um espelho ela revelava suas feições, ele não conseguia reconhecer a si mesmo.
Flutuando por entre horas, seja pela Água e pela terra, finalmente achava algo, uma pequena casa, parecia que tudo despertava nele uma curiosidade, ao chegar na casa somente uma surpresa se manifestou quando viu alguém, curioso se aproximara da pessoa, porém sua face parecia horrorizada, continuando a gritar " Você está nu", mais tarde entenderá o porque daquilo, parecia não ter conhecimento nem dos costumes da onde estava.
A hospitalidade que lhe deram foi um tanto impressionante e desprovida de preconceitos para um casal de idosos , eles o adotaram como filho, o ensinando tudo sobre aquela ilha, sua simplicidade e também sobre ideais de justiça e liberdade e assim lá ele viveu, até um certo dia.
Havia acordado no meio da noite, já considerava normal, sonhos estranhos, o dessa noite havia sido milhões de vezes pior, pois incluía a morte de George e Linda, que o receberam, já não conseguindo dormir resolveu somente levantar e caminhar, gostava do sentimento que isso passava. Ao sair da casa meio inseguro, desejou do fundo do coração que ela ainda permanecesse assim até o fim.
Caminhou durante algumas horas, refletindo tudo aquilo que aprendera e sobre quem era, pois só conhecia seu próprio nome, Lucius. Quando voltará para a casa vira a porta meio aberta, mais não considerou isso anormal, eles podiam tê-la deixado aberta, porém quando entrava via na sala cinco homens de negro, com sorrisos ardilosos, a surpresa daqueles homens contrastou com sua preocupação que logo se voltou para George e Linda, desesperado saiu em disparada ao quarto deles, os encontrou na sua cama, aliviado se aproximou deles, subitamente abraçando Linda, falando " Estou feliz que nada aconteceu a vocês" , mas quando a envolveu sentiu o frio de sua pele, algo dentro dele pareceu gritar " Está Morta", logo ele foi até George para checar, ele também perderá toda a vida, ambos pareciam bonecos sem nada.
Em lágrimas, ouviu somente uma risada e quando olhou para porta um dos homens estava lá, rindo daquilo como se aquilo o deixasse em êxtase de alegria, então algo despertou dentro de Lucius, uma raiva explodia dentro dele, então repentinamente ele parecia olhar a trágetória do ar, parecia que ele respondia a sua fúria e ia ficando cada vez mais forte dentro da casa, assim Lucius começou a liberar sua fúria e raiva com o ar respondendo.
Não lembra de muito, só que sentia o ar respondendo a ele e se misturando a si, ao acordar havia percebido que a casa em que havia aprendido tento n
Lucius acordou sabendo somente seu nome, o único conhecimento que parecia lhe ser permitido, ele estava no meio de um um riacho, não sabia como, sua inocência tornava isso mais fácil, abaixou e olhou para água, como um espelho ela revelava suas feições, ele não conseguia reconhecer a si mesmo.
Flutuando por entre horas, seja pela Água e pela terra, finalmente achava algo, uma pequena casa, parecia que tudo despertava nele uma curiosidade, ao chegar na casa somente uma surpresa se manifestou quando viu alguém, curioso se aproximara da pessoa, porém sua face parecia horrorizada, continuando a gritar " Você está nu", mais tarde entenderá o porque daquilo, parecia não ter conhecimento nem dos costumes da onde estava.
A hospitalidade que lhe deram foi um tanto impressionante e desprovida de preconceitos para um casal de idosos , eles o adotaram como filho, o ensinando tudo sobre aquela ilha, sua simplicidade e também sobre ideais de justiça e liberdade e assim lá ele viveu, até um certo dia.
Havia acordado no meio da noite, já considerava normal, sonhos estranhos, o dessa noite havia sido milhões de vezes pior, pois incluía a morte de George e Linda, que o receberam, já não conseguindo dormir resolveu somente levantar e caminhar, gostava do sentimento que isso passava. Ao sair da casa meio inseguro, desejou do fundo do coração que ela ainda permanecesse assim até o fim.
Caminhou durante algumas horas, refletindo tudo aquilo que aprendera e sobre quem era, pois só conhecia seu próprio nome, Lucius. Quando voltará para a casa vira a porta meio aberta, mais não considerou isso anormal, eles podiam tê-la deixado aberta, porém quando entrava via na sala cinco homens de negro, com sorrisos ardilosos, a surpresa daqueles homens contrastou com sua preocupação que logo se voltou para George e Linda, desesperado saiu em disparada ao quarto deles, os encontrou na sua cama, aliviado se aproximou deles, subitamente abraçando Linda, falando " Estou feliz que nada aconteceu a vocês" , mas quando a envolveu sentiu o frio de sua pele, algo dentro dele pareceu gritar " Está Morta", logo ele foi até George para checar, ele também perderá toda a vida, ambos pareciam bonecos sem nada.
Em lágrimas, ouviu somente uma risada e quando olhou para porta um dos homens estava lá, rindo daquilo como se aquilo o deixasse em êxtase de alegria, então algo despertou dentro de Lucius, uma raiva explodia dentro dele, então repentinamente ele parecia olhar a trágetória do ar, parecia que ele respondia a sua fúria e ia ficando cada vez mais forte dentro da casa, assim Lucius começou a liberar sua fúria e raiva com o ar respondendo.
Não lembra de muito, só que sentia o ar respondendo a ele e se misturando a si, ao acordar havia percebido que a casa em que havia aprendido tento n
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
O lugar onde as mentes se perdem, corações se encontram, só procuro o som de todas as coisas, a mais bela melodia soprada pelo vento, além até mesmo do amor, dor e temor que podemos encontrar na vida.
Quero escutar a música do coração mais belo, além do porte esbelto que o faz se enganar. A princesa tem que deixasse sonhar para que eu possa com a melodias a conduzir a algum lugar além do vazio fugaz, deixe-se seduzir e venha procurar a beleza com a destreza que só os viajantes possuem.
Quero escutar a música do coração mais belo, além do porte esbelto que o faz se enganar. A princesa tem que deixasse sonhar para que eu possa com a melodias a conduzir a algum lugar além do vazio fugaz, deixe-se seduzir e venha procurar a beleza com a destreza que só os viajantes possuem.
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