Sinto como se já tivesse nomeado cada canto dos sete mares, soubesse o nomes de todos os ventos que passam, que infortúnio, sentir que o novo não avança ou que a ele minha mão não alcança só traz uma inércia plena, prende em minhas engrenagens a vontade de parar o tempo. Desejo ver por mil lados o relento que cai, a mocidade que vai e o puro coração da ilusão se desmantelar em doenças. Por mais impuro que seja o mundo queremos ter ao menos um segundo pleno, para que mudemos.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
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