Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Sinto como se já tivesse nomeado cada canto dos sete mares, soubesse o nomes de todos os ventos que passam, que infortúnio, sentir que o novo não avança ou que a ele minha mão não alcança só traz uma inércia plena, prende em minhas engrenagens a vontade de parar o tempo. Desejo ver por mil lados o relento que cai, a mocidade que vai e o puro coração da ilusão se desmantelar em doenças. Por mais impuro que seja o mundo queremos ter ao menos um segundo pleno, para que mudemos.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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