Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sábado, 30 de junho de 2012

Soma a badalada da meia noite, ao sangue que jorra nas ruas, e complete com a lua cheia, dando um ar característico de ritual. Brusco porém em meio aquele circulo eufórico por sangue, que através de trocas de passos e agressões invocava o deus de uma humanidade perdida e como um mestre que o conduzia, o ogro no centro se debatia a cada movimento levando a agonia ao seu redor. Insensibilidade do conquistador, reinava tal por ultimo quando todos caíam, o caminho cercado por sangue era seu retorno e o deus da guerra uno ao seu corpo, busca somente por mais.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Solidão acompanha o eremita com pequenos resquícios de uma liberdade perdida, construindo ao redor de si, um barreira enquanto a soneta toca música de cada planeta ele segue seu rumo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012


  1. Penso logo contemplo, logo tenho o poder de mudar um destino que antes já fora trassado.
  2. Seja pelo amor ou um sofrimento, no abismo ou no céu encontro o centro.
  3. De lá ele vem a guiar, um passo a marejar, uma ambição a não conquistar.
  4. Ecoa a melodia, daquele que deseja, porém somente aquele que tem segue no escuro.
  5. Diante dos olhos dos perdidos o abismo é o real que torna o belo divino.
  6. Fazendo um destino parecer simples o bastante para o homem que já foi deus.
  7. Então quando para sair se necessita ir mais a fundo, ele cava e cava, bem a fundo
  8. Encontrando nas profundezas desde ouro e todos os tesouros do submundo
  9. Ter além é oque ele busca, seja que tudo já pertence a nós, do fundo ele sobe novamente
  10. Como complacente da vista do alto, tem que descer para ser o arauto, a águia e o raio
  11. Mostra e revela, guarda de forma singela somente oque ainda não entende, e assim mente.

19

Onze horas e oito minutos haviam passado desde que eu havia conhecido ela, tal fascinação acompanhavam todo meu ser, mudando toda a perspectiva de métrica que eu havia criado, pois aquela beleza exótica fascinava meu sentido, desde o seu suave perfume de flor a cada palavra dita pela ninfa. Me encontrei em cada parte daquele corpo, consumindo de um desejo ansioso de possui-lo, seja por qualquer meio conhecido. O coração estava tão certo quando o pensamento, e deliciei-me aproveitando de momento em momento, mesmo que um dia perde-se, tal pensamento não me pertencia mais.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Louvar a dor, perante ao ardor da lembrança daquela que se perde, perante a brilhantes cores que preenchem o desejo. Tal estaca enfiada no coração do pecador, desmerece todo louvou, rendendo até mesmo o mais forte dos fieis, A espada que o amor traz, coloca o coração em uma forma de ascenção a perdição sem nunca poder esquecer o seu caminho. Nós que temos a indenidade divina, escolhemos o superior. 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Conta o incontável, pois oque aconteceu naquela dimensão e realidade nada exatas torna algo como descrever os acontecimentos a beira de uma inexistência, pois enquanto a moça segurava uma torada ao lado de uma estrada, o caminhão vinha de paradas em paradas, o homem  nem a frente olhava, seu cachorro o amor ocupava, e do outro lado da estrada, o senhor homem novo um belo sonho segurava, enquanto a moça o fitava, com sua torrada, em que apenas um momento de puro descontento, ambos decidem unir um lamento, gritando um amor, se unindo em meio e frente do caminhão pela dor, Enquanto o cadáver de Romeu ainda chorou, Julieta só balbuciou na estrada sangrenta um "Amo-te".

domingo, 24 de junho de 2012

Pense em somente uma cor, seja a existência impertinente perante a matéria humana me consumido, desejo assumindo o amor, impulso que guia a dor. Perfurar o próprio peito perante o conceito de perder aquilo tido como defeito, conheço de muitos e mereço o frescor que o pudor assume de um refrescante estrume para os olhos como para a vida.




sábado, 23 de junho de 2012

Sombras devorarão ossos enquanto sobre a terra árida, dois seres se confrontam em um ultimo suspiro de vida. Insetos se tornam deuses, que com o seu corpo salvam a vida de pequenos relâmpagos, que apegados a terra e sem assas, buscam sua vida como os primitivos dragões.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Você bela jovem, parada perto dessa bela macieira, sei que não houves, porém tenho tanto a confessar a ti, rogar mil versos de amor, sobre as mil formas como teu ser me completa. Aquela que desejo e não tenho oque fazes tanto segurando esse livro misterioso, passando  cada segundo possessa de minha curiosidade, imaginando vaidades de um dia teres sonhado comigo. Se meu ser não fosse composto ao que teus olhos é invisível e só teu coração sente, a presença que o arrepende, trancando sua beleza não deixando seguir em frente.Ó bela jovem eu a amo da forma mais platônica que um ser pode conhecer, além da lógica que domina o querer, como me sinto a ti rondar  faz eu me tornar uma névoa a desejar, que em sonho possa te devorar entre palavras suaves e doces altares.Ó bela a quem dedico minha afeição, coma um dia está maçã, pois espero te-la sã, para poder guardar tua presença ao meu lado quando o teu universo parecer destroçado.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Sorrisos contidos, embaralhados em meio a olhares mascarados, em meio a tal baile onde está o amor ? Quem é o seu acompanhante, para que eu possa lhe tirar dele, revindicar um olhar sincero só para mim, daquele que chora por sua amada, enquanto a perde nos braços de outro.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Tempestades rodam esse sonho, grandeza contraste de uma sutileza natural que toma o ego, porém a fumaça daquilo que caí traz uma realidade inacabada capaz de despertar o mais crédulo. Alianças imaginarias e planos indiferentes tomam conta de perspectivas que estavam simplesmente perdidas. Encharados com o suor que preenche tanto o orgulho e um sangue que escorre dos olhos pelo que ficou no caminho, está construída o pilar, daqueles que terão um lar onde jamais sonharam, onde as estrelas violetas reinam.

Pintam universos em uma perspectiva abstrata do ser, palavras não se conectam, caminham como ilusões elevando uma névoa profunda e tensa, que se põe de mascara a aqueles que perderam sua verdadeira face. Perante ao escuro onde os olhos não chegam e somente o coração o regula com seu pulsar, abismo esse tão profundo que faz cada sentido alcançar sua divina perfeição. Um espelho é colocado, em meio a visão não chega porém ele ainda há de refletir, uma ausência de luz que se debruça perante ele, dando forma a demônios que tomam conta daquele ser perdido. Névoas se tornam sufocante, penetrando em cada poro do corpo, então uma pequena esfera inexistente assume o espaço e a matéria.

De tão insignificante que é, seu desejo a torna negra, silenciosa e inerte. Dentro dela passa a existir uma massa tão comprida, que então tem que escolher, entre um confronto ao caos mais simplorio existente ou a dor de cada pingo do ser queimar, Enquanto fora o espaço se conserva, dentro começa a expandir, pois está preste a eclodir uma chama vivaz. A liberdade é contruida através da chama mais audaz porém sofrida, que molda a beleza, que aos poucos toma forma, trazendo uma luz que ao espelho refletir o transforma em pó, que o vento de uma colina passa a levar, enquanto diante de si e do mundo, um homem que encontrou a verdade sai da caverna.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Seria uma inversão aquela campeã por te ter ao meu lado ? por conquistar um sorriso daquele coração que um dia se partiu em meio a tanto amor. Um dia em que espaço de tanta enlanguescência se quebrou. Aquela pequena garota continuou a chorar, falando amor.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Quem é aquele que anda com uma rosa na mão em meio a morte, sorrir o sem sorte que segundo a vida somente vive noite e dia a beleza de espelhar alegria em pequenas rimas.

domingo, 17 de junho de 2012

esr quiloa equ masa, rapa res aeroived.

es etnemlamron ojev sa sasioc ed mu olugna, aus oasrevoas anrot odut siam oleb.

Face a face, cacos em cacos, estaria bem em ter algo a mais, se por onde eu andasse não estivesse tão coberto de sangue de cada ser que uma inocência cruzou o caminho traçado. Penso se aqueles não tivessem  abandonado o simples fardo, a dor teria feito parte de algo menos cruel a sua alma, me obrigando a deixa-lá em outros caminhos.

sábado, 16 de junho de 2012

Com paixão te abraço
te digo amores
rogo teu nome aos 4 ventos
paro e penso ao relento

Com paixão te aceito
tenho-te como perfeito
sou um novo
já não vejo mais corvos

Com paixão te elevo
até os planetas
te mostro os mistérios do ser
te completo com prazer

Com paixão te digo adeus
fujo de teus cujos
que não pertencem a mim
te desejando sempre sorrir

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Nós perdemos, aquilo que tanto conquistamos um dia como um panteão, ser como um, porém agir como todos em pró daquilo que dividimos. Seja em meio a umbrais distintos e luas, busco oque sinto em outro lugar. Além daquilo que se pode somente sentir, dimensões onde somente aquele a que o tempo não atinge pode chegar, onde barreiras do espaço deixaram de matar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Noite como testemunha fazem os corvos cantarem uma doce melodia, em que só aqueles do reino dos não vivos entendem, satisfazendo seu ego a cada criança solitária alarmada por fantasmas, que sem distinção buscam a aquisição de novos seres. Sozinho um ceifador preso a um braço só, leva cada alma a um destino involucro do que elas amam. Um inferno e um céu são feitos em segundos pela benevolente foice, que resume ao terror de qualquer vida. Aquela luz brilhante que se mantêm em sua presença, somente aquela luz, conforta e aquece um ser com tão poderoso destino, porém conforme ela extinguese a humanidade que permeava a morte se vai, tornando cada passo dado a noite silencioso e frio.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Enviamos mensagens, mesmo que inconsciente, para aqueles que leem, só o coração entende, aquela pequena grande coisa que faz o amor ser deprimente. O auge do abismo e o topo da lucidez, muitas vezes é a o amor que compõe o desiludido que segue por um caminho de trilha difícil, é a cada trombo exige um final, porém uma perplexa gravidade o obriga a andar em direção a caminhos de luz e trevas.  

Penso que caminho mais que aguento, que no meio da estrada, caído, um dia enfrentarei o relento. Um esquecimento guardado a aquele que suas forças já se esgotaram, a pessoa que nunca amou. Sinto uma cova fria e densa justamente naquele canto que não prais olhares, com uma bela lápide de aqui jaz o ego de...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Edem 2

Quando consumi tal fruto dourado, que possuía uma forma esplêndida, que parecia refletir o lado mais belo de minha alma. O gosto por detrás de tal beleza era divino, me levando a novas dimensões de prazer, aquele gosto estava além da compreensão, não estranharia se somente deuses tivessem consumido tal. Quando terminei de comer tal deliciosa fruta senti um incrivel sentimento de paz, que não me agraciava desde o dia que havia saído dos braços de minha mãe. Envolto em tal belo sentimento decidi por repousar de baixo daquele árvore, pois naquele momento eu estava sendo agraciado por Morfeu, com um sono que achava que não me acompanharia.

Ao dormir,senti uma beleza envolvendo minha alma, era um sonho porém tão nítido, aqutele tunel dourado que a árvore se transformava, me transportava através da vida, enquanto eu tinha uma vista especial de seus segredos mais profundos. Senti que naquele momento eu entendia a razão de ter sido traído e de tudo que havia acontecido comigo desde que cheguei aquele lugar. Pensei que aquilo era o mais perto de Deus que um homem poderia chegar. Perante tal viagem vi diversos tuneis dourados , mas parecia que aquele que eu deveria seguir ainda não havia chegado, enquanto isso aproveitava aquele sentimento, foi quando percebi que havia uma forma de assas em minhas costas, reparei que uma águia estava me acompanhando fielmente.

Aquela águia possuía um olhar sereno, parecia saber aonde estávamos indo, percebi que as assas delas não batiam, ela estava seguindo aquele fluxo também. Quando ela olhou para mim, percebi uma voz ecoando dentro de mim, dizendo para que eu prestasse atenção que a adaptação  poderia ser difícil então era melhor eu tomar cuidado. O olhar fiel que ela possuía me fazia ter a certeza que tal estaria ao meu lado naquela jornada. Quando olhei o caminho que estava seguindo percebi que aquela força, que me levava em seu fluxo como um rio estava seguindo para uma bifurcação, foi então que senti que havia algo além daquele túnel me puxando. Foi então que comecei a cair do que parecia ser uma gigantesca árvore.

                                                                                                                                      Duque Savom Prentie

domingo, 10 de junho de 2012

Filamentos, traços, pequenos guias que me levaram a esse lugar, ferramenta porém satisfeita tende a continuar, passo a passo até alcançar a consciência para se manejar, perante a aquelas que ainda são meramente tabuas perante a riqueza do mundo só tendem a existir 

sábado, 9 de junho de 2012

A inercia me consome, um gelo assume minha alma e o vazio que achava distante me consome lentamente, nessa gruta reside o eremita, ondes todos aqueles que devem ir, ele os aprecia, para o local onde o silencio é a lei e a palavra imortal gere os mecanismos do universo.


eu sou a loucura da encruzilhada da meia noite
que carrega uma rosa e ilude ovelhas
levando a verdade aos imortais

O ser que no meio do imperfeito conquista
a verdade escondida no simples
o invisível perdido no tempo

Em que tudo se conecta
a música toca
os anjos mostram seu louvor

Então já não sei o acordado
sonhos são realizados
e em um instante a realidade se perde

Abismo em que a busca pelo imperfeito nos coloca, faz perder todas as filosofias infantis e procurar por aquilo que está amarrado e estilhaçado em um chão. O cego que tenta ver além, compõe um eu perdido, a visão que lhe falta a coerência o compensa, porém o fim ainda o persegue naquele frio Abismo

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Agradeço a aquele eu que rezava em busca da solução, mantinha a fé em meio ao  nada e ia atrás dos sonhos.Aquela criança que hoje não é mais a mesma, uma vez que cresceu e viu o mundo com tantos olhos diferentes, que já chegou a preferir não ter nascido e renegou sua fé.Diante a tal eu a escrevo pedindo que volte, pois me vejo sem esperanças de prosseguir sem aquele amor que me mantinha aquecido em madrugadas de frio. Solenemente só espero, até o ultimo dia, poder sorrir como tal criança novamente, sem me perder em medos adultos.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Edem

Mais brilhante que o luar, era ela ao dizer que me amava, sorrindo e me convidando aos mais rudes mistérios da carne ao me mostrar a sutiliza do amor. Eu não pensava que ela me traria uma desgraça que quebraria meu coração, porém em algum lugar distante sabia que isso fazia parte dos planos macabros, que parecem ter sido traçados por deuses de mitologias antigas e infames.

Me definir é algo facil, começaria por alto e terminaria em um sorriso até certo ponto sedutor, descreveria como eu sou romantico, fiel e carinhosoio a aqueles que amo, mas isso seria só um espelho do que posso aparentar, por isso irei usar as palavras que Camile me disse na noite em que me deixou, arrogante, pretencioso, isensivel, "tapado", egocêntrico e um cafajeste por completo que não sabe amar. Cruel certo ? não penso como ela chegou a tal conclusão após dizer que me amava, pois após ela dizer isso e me fazer tantos desgostos oque restava ali, acho que era só uma parte de mim tristonha,cabisbaixa e deprimida. Ela me julgando um amante falho mostrou como procurava outros, fazendo questão de me enviar dezenas de fotos, que me soavam algo incompreensível. Apelei de todas as formas para poder falar com ela, mas seu coração estava distante de mim, se é que o meu "eu" ainda existia. Perante a tudo procurei meu unico refugio que conhecia, a mente. Com isso me isolei, continuei a procurar diferentes hoobies que pudessem me entreter, porém nenhum deles surtia efeito, porque a amargura estava espalhada por todo meu ser. 

Sem um unico esclarecimento, decidi encontrar oque naquele momento parecia o fim no caso a solução, morrer, porém meu ego não me permitia fazer isso de alguma forma misseravel como um simples suicidio, ele queria mais, a ponto de me obrigar a pereginar, então sem expectativa alguma coloquei a minha roupa mais confortavel que consistia em calça de tactel e uma camisa branca e saí ao mundo, esquecendo-me de todo o resto e somente deixando pequenas despedidas a minha família.

Foi nessa minha caminhada, em que encontrei aquilo que não esperava, pois morava em que eu achava um paraíso de metal, mas consegui achar um bosque, que parecia uma estufa porém com profundidade para eu me perder em seus mistérios. Entrei pela uma porta e parecia que um mundo havia se aberto, pois a exuberância daquele jardim com suas diferentes especies de plantas me fascinava, foi então que me veio a vontade de correr de tudo, como se meus demônios tivessem a  perseguir-me. Foi então que em meio aquele verde, encontrei uma grande arvore, bela e com galhos até um infinito, oque eu já achava impossível existir, havia ali longe um homem descansando, porém eu o ignorava e comecei a examinar aquela arvore, senti o seu aroma e olhei seus frutos que me pareciam ser impossíveis de existir tais belezas em diferentes formas douradas. Ao fixar minha atenção enquanto olhava o tronco, notei inscrições, que pareciam ilegíveis mais faziam sentido, ao pouco eu podia lê elas.Estava escrito, "Do começo ao  fim meus galhos percorrem, trazendo a vibração do mistério, consuma meus frutos e se liberte" assim que li tal um fruto caiu em minha mão, pensando que não tinha nada a perder e só a ganhar a liberdade consumi aquele fruto dourado.

Duque Savom Prentie

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Pai daqueles que não existe
Som não ecoado
Amor não realizado
Futuro programado

Aquele anjo continua realizado
Pescando pequenas esperanças
sonhos e sonhos, infinitas crianças
Os abençoando ele engana-me

Devia do passado
revela no futuro
Simplório escuro
Tal qual maduro
colhe frutos

Aquela anjo pensa que sou fajuto
Até certo ponto estupido
Ponto em que genuinamente
Busquei um final para crentes,

terça-feira, 5 de junho de 2012

Gatuno, Ladrão, Aquele ganancioso que ostenta, é o meu dever mostrar a ele como é a solidão material ? Se nasci abençoado por alguns baixo deus dos salafrários, fiz a missão, tirar daqueles que sem coração dizem amar, dar aqueles que somente tendem a aguardar por seu fim. Ao que vale uma face séria a um sorriso encardido porém belo, jamais sério, pois a tristeza é algo de luxo em tempos onde aquele ser espreita.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sim, perante ao fogo
o riso das ninfas toma contorno
e inunda todo o céu
trazendo luz aos homens

Nuvens viram portões
o ar uma nova dimensão
e a estrelas revelam
o caminho até o infinito

Pois de olhos fechados
eu vejo o conflito entre
o micro e macro
cada vez que fecho os olhos

Levo a realidade a beleza
que me foi revelada
pelos que guardam a natureza
do alto de seus caminhos e vazio.


domingo, 3 de junho de 2012

Vejo a cobra na arvore, e ela me convida ao seu mundo
os frutos nascem e a beleza floresce
enquanto a bela deitada entre as folhas
e o vazio do todo se formam

Guardiões trazem a luz
enquanto enxergo a cobra
que se mescla a arvore
E só sua pureza é perceptível

Barreiras se levantam
entre o azul e vermelho dos portões
eles me abençoam
enquanto o sino em cada molécula toca

Pequenos pontos,muitas vibrações
definem o mais inesperado
do sagrado que me compõe
e os seres que me abençoam  

sábado, 2 de junho de 2012

Futuros perdidos através de chances, imperfeitos que nunca ocorreram, dores que nunca foram choradas e amantes não amados. Completam o universo e distinguem os seres neles, por tudo aquilo que não foi conseguido, por toda dualidade contida na vida daquilo que não existiu, se não na mente de crédulos completo aquela noite com um milagre, o de destruir milhares de linhas somente por um desejo estranho de parar.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Silencio-me perante o infinito, muita vezes de ignorância, seja nossa ou deles, a quem pertence tal capacidade de se cegar. Palavras mal aproveitadas, e aprisionadas eternamente na memoria como dor, é oque resta a aqueles que abandonaram um deus em pro da humanidade. O vermelho toma conta dos olhos daqueles mundanos, o umbralizados eles se confortam, ignorando pequenas palavras sábias, pois não enxergam além.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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