Noite como testemunha fazem os corvos cantarem uma doce melodia, em que só aqueles do reino dos não vivos entendem, satisfazendo seu ego a cada criança solitária alarmada por fantasmas, que sem distinção buscam a aquisição de novos seres. Sozinho um ceifador preso a um braço só, leva cada alma a um destino involucro do que elas amam. Um inferno e um céu são feitos em segundos pela benevolente foice, que resume ao terror de qualquer vida. Aquela luz brilhante que se mantêm em sua presença, somente aquela luz, conforta e aquece um ser com tão poderoso destino, porém conforme ela extinguese a humanidade que permeava a morte se vai, tornando cada passo dado a noite silencioso e frio.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
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