Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Silencio-me perante o infinito, muita vezes de ignorância, seja nossa ou deles, a quem pertence tal capacidade de se cegar. Palavras mal aproveitadas, e aprisionadas eternamente na memoria como dor, é oque resta a aqueles que abandonaram um deus em pro da humanidade. O vermelho toma conta dos olhos daqueles mundanos, o umbralizados eles se confortam, ignorando pequenas palavras sábias, pois não enxergam além.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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