Entre decompostos sinto o perigo, desejamos ter livre arbítrio, mas o amor no foge.Entre o passado e o ar de forte, preferimos viver em uma descrença, doenças tristes que se espalham a cada farfalhar, poucas coisas que nos fazem querer incitar uma chama de rebelião em mentes inertes, começar novas pestes, destruir para criar, fazer o universo se renovar.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
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