Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sábado, 27 de outubro de 2012


O resto do dia passou normal, depois da professora me marcar os outros pareciam ter pego metade das más opiniões, fiz amizade com o pessoal da frente, a escola tinha começado esse ano, ninguém se conhecia, oque facilitava fazer amigos. Tirando os acidentes diários como o bebedouro espirar água na minha cara e ter esquecido de levar qualquer dinheiro para o lanche.
Quando a escola acabou o desespero tomava conta de mim, mais precisamente do estômago, esse justamente estava infeliz, em jejum até as três horas da tarde não era fácil, tenho certeza que no tempo que eu quase desmaiava na classe e acabei dormindo mais alguns professores não gostavam de mim.
Estava voltando para casa na maior velocidade que um morto de fome conseguia, arrastando um pé na frente do outro, foi então que comecei a pensar sobre as garotas bonitas da sala, isso me custaria a vida. “Será que eu tinha chance com elas”  pensando sobre isso acabei esbarando sem querer em alguém, Quando fui perceber quem era só olhei de relance “desculpa” falei, ele olhou para mim, e pegou no meu pescoço, tão rapidamente que não havia percebido, ele me levantou usando somente seu braço esquerdo e começou a me enforcar, ele era alto, e forte por me levantar daquela forma, tentei me debater, não conseguia, foi então que ele falou adeus, ouvi um estalo, então tudo ficou simplesmente negro.  

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