E ele queria mandar, ordenar era seu destino, como um empecilho ele decidiu ouvir, ruiu por não saber mentir. Pequeno ele se encolheu e entre os muitos ele conheceu, do fogo ele comeu, da sina recebeu. Sabedoria mandou, agora só existiam palavras de amor. Reconheceu o sino, entendeu o divino, passou a dar avisos, mas ninguém queria o sem sentido. Sozinho penou, sobre o deserto corou, no fim amou e despojou de seu lado humano, hoje ele era um santo.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
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