Nós acorde, deixe-nos abraçar o imprensado, ter como lenha o mal grado, queimar a doença, do ódio retirar calor para a clemência. Deixe-nos sentir a espuma, que a limpeza exclua todo o impensado mal de nós, que os algozes injustos encontre seu fim e que seja curto, mal nenhum merece graças.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
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