Espero que por mágica os faça minhas palavras alcança-lhes, já no meio do caminho estão sozinhas, sem ninguém para acolher-lhas elas se tornam rascunhos que ao vento nada produzem. Solidão, peço que as liberte, deixe o nada vê sua arte e contemplar a trivialidade do nosso ser, pois uma vontade fervorosa é só oque nos acompanha.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
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