Pesada era sua mão, sua arma carregava os pecados de milhões
de almas morrendo sem misericórdia, até quando ficou sozinho em seu trono de
corpos, olhando a um horizonte
percebendo que já não tinha nada. O infinito o preencheu por eras, só as
guerras o acordavam, então não percebeu um pequeno broto que crescia em sua realidade. Quando acordou novamente, viu um bela árvore a sua frente,
sentiu a vida emanando dela, não havia destruído tudo que seus olhos podiam ver,
seus instintos acordaram novamente enquanto levantava de seu trono e ia em
direção a árvore.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário