Grito com força , peço que o deus adormecido acorde, já não
desejo viver com os olhos fechados, conhecendo o sacrifício sei que só após o
retorno do ser divino conseguirei enxergar novamente a beleza e o desprezo que
rodam a perspectiva do todo. Então me jogo em seus braços, já esperava a queda,
caindo contra o chão lembrei-me que ele nunca havia me dado proteção mais sim a
visão para ir além dele. Sábio como esse
rei ajudou-me no mundo guiado por sua lei, mais é estranho nunca me conformei,
se ele poderia levar-me porque deixou-me. Quando vi um pequeno bebê finalmente
lembrei-me dele, que se ele tivesse me pego em seus braços, eu nunca haveria de
ter aprendido a andar.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
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