Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Era pra ser normal, dia, balada, sair bêbado pelas ruas do centro histórico, só que não foi tão normal quanto esperava... Estava saindo de um clube lá pelo centro histórico, quando ia chamar o táxi  decidi ver quanto tinha na carteira, nessa hora foi o espanto, não tinha nada, completamente vazia. Em algumas situações dessas a gente chama os amigos, porém eles já tinham ido e quando peguei meu celular novamente parece que a bateria dele tinha acabado magicamente. Sem opções decidi ir até o terminal, ficava perto do clube, eu só tinha que descer as ruas antigas lotadas de casarões, tinha pouco medo já havia feito aquela travessia.

Quando cheguei no terminal rodoviário da Praia grande ele estava bem vazio, para 2:55 da manhã era o de esperar, então fui atrás de um banco para sentar, foi quando apareceu meio que como um fantasma um ônibus, só que diferente dos outros ele parecia menor e era conversando  estranhei detalhes em preto e a luz dele era estranha, não possuía um destino claro, então me aproximei e decidi perguntar ao cobrador.

Me aproximei da porta do ônibus e ela abriu e de dentro pareceu sair uma leve névoa, eu estava meio bêbado então ignorei  nunca havia visto isso antes, quando pisei no primeiro degrau fui logo a perguntar, mais o motorista, ele fez um sinal com a mão que era para que eu chegasse mais perto, estranho era que o rosto dele parecia ser de um homem bem velho e sua mão estava em uma luva, quando pisei no segundo degrau,  as portas rapidamente fecharam, falei para o motorista abrir, porém ele ignorou, foi então que o ônibus começou a andar e um som estranho o acompanhava, pensei "estou sendo sequestrado"

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