A minha garganta passa a ansiar com uma vontade quente de te ter, água já não mata a vontade do corpo de sentir teu fluído mais primitivo escorrer até mim. Enrijeço onde mais desejas e passar a ser só uma, de dedico meu corpo, me torno aquele que em tu cavalgas e te levas ao ápice do teu prazer, onde encontras tua querida vênus.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
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