Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

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Morte.

É o debater parado pela carne, onde a consciência ainda se movimenta dentro de um envelope morto, a visão daquilo que não se pode triscar, o palpitar arrancado do peito e dilacerado pelo veneno humano.

O barco que tráfega entre mundo, o tolo que deixou se acompanhar pelo infortúnio, um rio construído de lágrimas e murmúrios daquilo que se gravou no tempo.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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