É o debater parado pela carne, onde a consciência ainda se movimenta dentro de um envelope morto, a visão daquilo que não se pode triscar, o palpitar arrancado do peito e dilacerado pelo veneno humano.
O barco que tráfega entre mundo, o tolo que deixou se acompanhar pelo infortúnio, um rio construído de lágrimas e murmúrios daquilo que se gravou no tempo.
O barco que tráfega entre mundo, o tolo que deixou se acompanhar pelo infortúnio, um rio construído de lágrimas e murmúrios daquilo que se gravou no tempo.
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