Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

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Podre

Imundo como tido pela pele, carne corrompida que irrompe em uma podridão. Negro como o carvão minha pele se torna, enquanto pequenos pontos vermelhos tomam conta de eclodir o pior que já guardei em mim.

É o fim, quando já vemos diante das camadas de lixo que nos cobre, não somos o mesmo, recomeços são inexistentes e inabriante desapareço perante a sombra decadente.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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