Conte-nos como conhece o sagrado do nada, a trilha não trilhada, o caminho perdido. Pobre ser não conhecido em sua reles existência, viver a ti soa como penitência. Em honra ao nada devo manda-lo a maior dor que conhecereis a felicidade. Abraçaras tal futileza com tua alma para gritares toda vez que a perderes, o mar se tornara pequeno perto de tuas lágrimas meu caro.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
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