Ao respeito a tua doença. acabo com qualquer desavença, podre como tua alma te encontra sei não duras mais que algumas jantas, no relento de teu Umbral, vá para o teu bacanal e esqueça que jamais amou algum cujo tal que já te deflorou. Alma imunda que ainda em suma insiste em puxar os pés do que continuam acima de ti. Te desejo o bocejo final, para que finalmente possa ver do que valeu tanto mal que trouxeres para o mundo, ser oriundo de mundos inferiores.
sábado, 17 de novembro de 2012
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