Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Medo de ir ao leito, desmaiar ao encanto de Morfeu nunca pareceu tão mortal, quando as desavenças criadas hoje. Sem entregar-me sinto-me somente um cadáver   já não sinto o passar, somente o desejo de não vacilar e caí mantêm meus olhos abertos, que a procura de uma luz se colocam desperto. Que aconchegante se tornaram os braços da morte...

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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