Enquanto seu suco desci em minha garganta, eu parecia implorar novamente por mais, seja ela uma deusa piedosa e deixe-me ter entre os lábios o segredo da vida que somente elas guardam. Que por um final entre gritos e gemidos como uma deusa ela dava-me energia para erguer e começar o rito que faz o ser crescer. Um gigante adormecido levanta e alcança a vida. Junto a ela, posso ser eu novamente, e como um afluente desfaço tudo aquilo que guardava para fazer um novo ser nascer.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
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