Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Tic,tac,tic,tac, era só isso que ressoava no escuro do aposento, um maldito relógio que o fazia se perder em tormento, tão forte aquele toque ecoava que o sue coração pulsava já junto com o maldito tic. Foi por tal maldito badala, que ele percebeu que no ritmo algo se moveu, era sangue, o seu que ecoava para fora, porém não se perdia, mantinha um alinha fina junto a ele, foi em meio a isso que a dança se fazia, e ele se sentia vivo, o liquido escarlate dava lugar a uma dança, que a tudo destruía, ao final ele era o relógio e seu eu jamais voltaria, pois aquele dia parte de si foi destruída para dar lugar ao maldito desejo de pintar um mundo com um som vermelho fúnebre.

0 comentários:

Postar um comentário

Postagens populares

será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

That what we wrote here can be read for all the hearts...

That what we wrote here can be read for all the hearts...