Tic,tac,tic,tac, era só isso que ressoava no escuro do aposento, um maldito relógio que o fazia se perder em tormento, tão forte aquele toque ecoava que o sue coração pulsava já junto com o maldito tic. Foi por tal maldito badala, que ele percebeu que no ritmo algo se moveu, era sangue, o seu que ecoava para fora, porém não se perdia, mantinha um alinha fina junto a ele, foi em meio a isso que a dança se fazia, e ele se sentia vivo, o liquido escarlate dava lugar a uma dança, que a tudo destruía, ao final ele era o relógio e seu eu jamais voltaria, pois aquele dia parte de si foi destruída para dar lugar ao maldito desejo de pintar um mundo com um som vermelho fúnebre.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
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