Somente desencantos em meio a prantos ela soltava, em seu rosto a beleza desfigurava em amargura, ela o amou, talvez com tudo aquilo que fosse o ser dela, a tudo aquilo que ela considerava parte de si. Nem todo homem merecia tal dadiva, de tanto escolher a jovem de cansada a deu para um qualquer. Como um animal que não reconhece o valor do ouro, o homem não via o valor em um sentimento humano porém puro. Manchou as palavras e em seu casto corpo fez com sangue suas desgraças, então um dia uma virgem então ela se revoltou, raiva de deus ao mundo ela acordou dentro de si a ira, que contra si voltou-se, em um vestido de branco se tornou vermelho, um altar tomou o escarlate e em outro lugar do mundo sua outra parte sentiu que nunca mais poderia amar.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
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