Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

domingo, 26 de agosto de 2012

Espiritualizo enquanto medido, resquícios de um ser abominável por falta de natureza, pois a regra da consciência não é valida sobre a retidão da demência. Enquanto monstros andam, ruas choram sangue sem rumo, oriundo de uma casta nata de usurpadores, que sem flores buscam ardores insensíveis a um homúnculo ambulante, galante um dia, mas jamais desbravador. 

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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