Não saber, interpretar o incorreto perante linhas extensas, a agonia de do dever não comprido e da alegria não conquistada. Perante esse desafio me esguio com palavras traiçoeiras enroscando em pescoços e um veneno, que como um animal peçonhento, a imagem do medo é criada, perante ao pecados. Tão ludibriosa e humilha cada rastro daquilo que pensava ser, leva ao abismo o não preparado e traga a existência do mal bem amado. Perante a tal, vejo um pequeno dogma, que sobreviveu perante as inescrupulosas noites demoníacas, com uma pequena espada e um terço a reza é consumada e uma pequena existência basta para milhões de demônios.Ao final o dogma ganha nome, pois a batalha o fez, e então a consciência toma sua decisão e com um simples sim o amor se torna real.
terça-feira, 10 de julho de 2012
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