Viver sem o sopro da
inspiração , respirar cada palavra com um ar difícil, pobre criatividade rígida
a minha. Augúrios benignos vêm e vão mais ainda não sinto a força de escrever
com a paixão dos poetas, isso só me fazer pensar como sou um atleta, que luta
todo dia atrás daqueles que dizem ter o toque do talento. É, aquela pequena
diferença que não os deixará no relento e madrugada pensando nos “e se” da
vida.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
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