Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

É um branco que surge e permeia na consciência
Ao voltar nos leva a demência
de ter perdido aquilo que valia
naquela tarde fria

Ao crepusculo embaixo da arvore morta
ele lamentava sua derrota
enquanto o laranja
brilho que com elegância
iluminava a pálida face do ser
que um dia despertou meu alvorecer.

Esperar por aquele de manto preto
que silenciosamente com o cair da luz
levava pequenos tons azuis
que juntos reluziam o brilho de uma vida.


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