É um branco que surge e permeia na consciência
Ao voltar nos leva a demência
de ter perdido aquilo que valia
naquela tarde fria
Ao crepusculo embaixo da arvore morta
ele lamentava sua derrota
enquanto o laranja
brilho que com elegância
iluminava a pálida face do ser
que um dia despertou meu alvorecer.
Esperar por aquele de manto preto
que silenciosamente com o cair da luz
levava pequenos tons azuis
que juntos reluziam o brilho de uma vida.
Ao voltar nos leva a demência
de ter perdido aquilo que valia
naquela tarde fria
Ao crepusculo embaixo da arvore morta
ele lamentava sua derrota
enquanto o laranja
brilho que com elegância
iluminava a pálida face do ser
que um dia despertou meu alvorecer.
Esperar por aquele de manto preto
que silenciosamente com o cair da luz
levava pequenos tons azuis
que juntos reluziam o brilho de uma vida.
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