Encontro-te em em lençóis vermelhos despida de qualquer temor,maior oferenda a baco não existiria,Dalilah já pensei em te amar por tal êxtase que exalas,começo a ficar despido,porém tu vês meu crucifixo,dor tamanha que carrego por ter nascido nesse mundo.
Tua face não é mais a mesma enquanto olhas desesperada para mim,enquanto tua mente não sabes se te faz fugir ou tentar me punir por te prender e tirar teu prazer.Olha para mim e já sabes que irá ter que partir,seu lugar é no caos junto com sua Deusa,amaldiçoe o mistério por me colocar em teu charme.Prensada contra parede pela minha presença Dalilah já não era a mesma,sua aura agora sombria tomara a forma de seu coração e seu caos se manifestava e invocava um fera já só vista por humanos em sua morte,e com sua foice que prendia entre seus seios despidos,ela invocava sua magia caotica e buscando por minha origem,sem saber que ser poderia agora confrontar o poder que ela achará imbativel.Perante a tal cena a honrei,aquela que oferecera seu corpo ao meu prazer,então as chamas tomaram conta de meu corpo.Já não era mais eu ali,era o deus das chamas dos céus,aquelas destinadas a consumir o impuro até seu destino nas cinzas.
Dalilah tentara me parar,porém já tudo oque restava a ela era o desespero de perder sua vida em cinzas.Meu cabelo já se tornara as chamas,e as chamas minha pele,esse era o antigo deus,que guardava a lei da pureza divina,Não importava mais o quanto ela se debatera enquanto seus cachos ruivos e sua pele era reduzida a cinzas e suas cor a o brilho azul das chamas,seu desespero em tentar me ferir não passara de tal pois sua foice era somente um monumento em vão perante a um deus.
Ouvi sua doce voz virar gritos,seu olhar sedutor amaldiçoar-me e seu corpo ao qual parecia esculpido a mão pelo mais talentoso artista,agora eram cinzas e somente seu fragmento de sombra resistira as divinas chamas que queimava dentro de mm,Dalilah agora era só uma lembrança e eu me aproximava mais de abrir o portão do caos e recitar meu nome Edem Von Gait para os deuses levando a luz a aqueles que pintaram meu destino de escarlate.
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