TEMPO aquele que me dá. aquele que me tira do impossível amor que o destino me colocou. Respiro ela, sinto o calor daquele corpo a cada sopro que inunda meu ser e me faz rogar seu nome as estrelas, embaixo do mesmo céu era esperança o suficiente para encontra-la, se a aventura não acabasse e o destino não fechasse cada porta que me conduzia até o calor dela. Cruelmente minha voz branda, enquanto minha garganta inflama em meio a um choro silencioso do ultimo a restar em meio a dor. Por fim vem até mim o fim,pois nós já não tínhamos mais TEMPO
terça-feira, 29 de maio de 2012
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