Transforme o ato em um plágio do divino, entregue o carne aos umbrais da existência, de leviano só o engano. Sinta o gosto entre a dança de linguás, briga de lábio e dentes que confusos fazem daquilo tudo para que se possa ter um suspiro. A face do mais fiel cínico delataria tal prazer enquanto seus lábios tendem a moer minha carne, pressionando-me a te chamar, como a luz que ilumina nosso sexo e as luas que o distinguem, não sei se é a mesma, porém sei que nela encontrei parte de ti minha Deusa.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
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