Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ele estava devastado, esperando um sinal enquanto passava por linhas retas e estradas curvas, então veio a chuva que começou a inundar sua visão, parecia queos céus choravam junto a ele.  Em desespero e sem freio somente parou, e saiu correndo em direção a praia, esperava ali obter alguma esperança. Fraco e despedaçado embaixo que uma fraca camada de pano, com o frio e o engano de felicidade. No fundo a chuva parou, em um espasmo o céu despertou em um arco íris que revelava uma beleza sobrenatural. Ele encarou aquilo como uma saída, um portal para longe de sua miserável vida, em desespero foi em direção as frias águas, tentando estancar sua ferida. Quando cansou em meio a ondas enfurecidas , viu somente o arco íris que agora sumia e sem terra a vista sentiu somente a rendição. Foi abraçado pelos cabelos do mar, porém a sorte não o deixou sufocar, por pena deuses misteriosos o tiraram do mar.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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