Eu sou aquela criança que com esperança tende a brilhar, com um futuro e sonhar, simples a cantar, divido a consiência com o divino, que entrelaço a cada sino tocado.
Eu sou aquela sombra, a parte negra da aventura, o ponto da lua que brilha e inunda os aventurados. Sou uma brisa em cabelos despenteados e a chama de vela, simples, passageiro, porém guardo em mim o mistério do tempo.
Eu sou aquela que dentre poesias se delicia, como feminina se irrita com o óbvio. Levo os leitores ao santo grau, um local pacato que os desvio de qualquer mal.
domingo, 31 de março de 2013
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