Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

domingo, 7 de julho de 2013

Acordo em meio a neve. Levanto calmamente em meio a neve, agora tenho todo o tempo do mundo. Não preciso chamar os outros, cada um aqui tem o direito de vim e ir quando tem vontade. Um passo, depois outro, o sentido me falha, isso me parece felicidade. Logo deixo meu corpo projetar-se para trás, faço um anjo de neve e continuo até afundar.Me encontro dormindo novamente. Lá tem anjos e belos portões, mais os recuso, prefiro voltar ao meu cemitério. Abro os olhos.

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será que nesse mar não existe um peixe que se identifique em nossos delírios ?
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