Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

domingo, 21 de julho de 2013

Jogado no chão. Penso que herói sou. Qual deveria ser ? . Não amo princesa alguma. Me recuso o casamento. Justiça ? Acho que é a única que acredito. Fé não me faz seguir em frente. Caio e toda vez me refaço a cada passo em direção dos abismos. É triste não achar recompensador esperanças colocadas nas suas costas. Vejo meu inimigo sentado no trono a minha frente.

 A típica cena do rei demónio do mal. Ele emite uma aura sombria. Sinto o medo. Sei que ele irá me matar assim que puder. Desisto. Jogo de lado a espada.

-Ei é o seguinte, eu vou sair daqui , na paz. Beleza ? se vira com o próximo herói - Saio e me jogo rapidamente pela janela. Enquanto deixo o rei demónio com uma face surpresa me encarando.

Caio na água. Um fosso de piranhas. Nenhuma me machuca, então somente me teleporto para longe dali. O querem morto ? Façam isso sem arriscar minha vida.

Um mês depois enquanto estou lendo um jornal em uma província distante. Me deparo com a notícia que o rei demônio morreu. Ao que indicava ele continuou uma guerra, porém seus aliados o traíram. Assim o matando e fazendo uma aliança de paz com a Terra.

Moral da história que aprendi ? Não enfrente lunáticos ou gênios do mal,  Lordes demónios seres assim se destroem com o tempo. Eu agora não sou herói, mas sempre afirmei que não o queria. Hoje minha maior preucupação são com vendas. Agradeço por isso. Covarde ? Não me considero. Só sou sensato.


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