Deixo o português para aqueles que o estudam e a poesia para os amantes, nós só buscamos um lugar para por aquilo que a nossa alma não aguenta.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sinto como se tivesse sendo capturado em uma teia.
Aos poucos ela me fisga e meu coração palpita mais devagar.
O frio me consome, acho que ela irá me calar.

Um movimento quebra o ar
Momento de saltar para longe
O medo me consome.

Funcione sem mim digo
Trabalho a outra causa, suplico
Não encontro outro abrigo
Consumo aflito o medo

Abro meus desejos
Cansado de correr prevejo
Em seus lábios encontro um lampejo
É lá onde se guarda um presente verdadeiro.

Momento imperfeito vem me consumir.
Já não estou mais lá.

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