Sinto como se tivesse sendo capturado em uma teia.
Aos poucos ela me fisga e meu coração palpita mais devagar.
O frio me consome, acho que ela irá me calar.
Um movimento quebra o ar
Momento de saltar para longe
O medo me consome.
Funcione sem mim digo
Trabalho a outra causa, suplico
Não encontro outro abrigo
Consumo aflito o medo
Abro meus desejos
Cansado de correr prevejo
Em seus lábios encontro um lampejo
É lá onde se guarda um presente verdadeiro.
Momento imperfeito vem me consumir.
Já não estou mais lá.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
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